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DOUTOR JOÃO RESPONDE

Vacinas são essenciais para a saúde

Crônicas e dicas do doutor João Evangelista, que compartilha sua grande experiência na área médica

João Evangelista Teixeira Lima | 31/03/2026, 13:18 h | Atualizado em 31/03/2026, 13:18
Doutor João Responde

Dr. João Evangelista

João Evangelista Teixeira Lima é médico formado pela Emescam, com pós-graduação pela PUC-RJ. Especialista em Gastroenterologia e Clínica Geral, é colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde também apresenta o quadro “Doutor João Responde” na TV Tribuna, abordando saúde e prevenção com linguagem simples.

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          Imagem ilustrativa da imagem Vacinas são essenciais para a saúde
João Evangelista Teixeira Lima é clínico geral e gastroenterologista |  Foto: Divulgação

Antes de entender como uma vacina age no corpo, é preciso saber como o sistema imunológico trabalha. Formado por uma complexa rede de células e moléculas sinalizadoras, o sistema imune tem por objetivo manter o equilíbrio do organismo e protegê-lo, em casos de invasão de partículas estranhas.

Além disso, ele pode reconhecer e eliminar moléculas ou estruturas próprias alteradas como, por exemplo, células anômalas ou tumorais, protegendo, assim, o indivíduo contra a formação de eventuais tumores.

Entretanto, em raras ocasiões, o sistema imunológico pode ser prejudicial e desenvolver uma resposta contra estruturas do próprio organismo, gerando doenças autoimunes.

Outrossim, ele pode também responder de forma exacerbada a agentes exógenos, provocando alergias.

De acordo com o tipo e a duração da resposta imune, o sistema imunológico pode se manifestar de forma imediata ou tardia.

A imunidade natural está presente desde o nascimento, sendo a primeira linha de defesa contra antígenos, não sendo capaz de gerar memória imunológica.

Nos casos em que apenas a memória inata não seja suficiente para eliminar um micro-organismo invasor, o organismo desenvolve uma imunidade mais específica, denominada “adaptativa”.

É importante mencionar que a imunidade tardia pode ser alcançada tanto pela imunização passiva como pela imunização ativa.

A imunização passiva refere-se à transferência de anticorpos prontos, de um indivíduo para o outro. Ela pode também ocorrer naturalmente, nos casos de passagem de anticorpos maternos para o feto, ou através da amamentação.

A imunização ativa refere-se à produção de anticorpos contra um patógeno específico, após a exposição ao próprio antígeno. Assim como ocorre com a imunização passiva, ela também pode ser adquirida naturalmente, através de uma infecção, ou artificialmente, através da administração de um antígeno, como é o caso das vacinas.

Estas substâncias agem na estimulação da resposta imune adaptativa, protetora contra os antígenos.

Existem diferentes tipos de vacinas. Elas podem ser constituídas por patógenos vivos atenuados, patógenos mortos ou apenas por fragmentos desses patógenos.

A maioria das vacinas age estimulando a produção de anticorpos neutralizantes. Essa reação é denominada “resposta imune humoral”.

A principal função da vacinação é prevenir doenças graves, muitas delas com potencial de causar sequelas ou morte.

Ao se vacinar, o indivíduo não apenas protege a si mesmo, mas também contribui para a “imunidade de rebanho”, protegendo indiretamente aqueles que não podem ser imunizados, como bebês ou pessoas com certas condições médicas.

Como todo e qualquer remédio, vacinas também têm efeitos colaterais, sendo geralmente leves e temporários. Essas reações, na verdade, sinalizam que o sistema imunológico está aprendendo a combater a doença.

O sistema imunológico existe para nos oferecer proteção. Mas são as vacinas que governam suas longas batalhas.

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João Evangelista Teixeira Lima é médico formado pela Emescam, com pós-graduação pela PUC-RJ. Especialista em Gastroenterologia e Clínica Geral, é colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde também apresenta o quadro “Doutor João Responde” na TV Tribuna, abordando saúde e prevenção com linguagem simples.

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A coluna “Doutor João Responde” é publicada todas as terças-feiras no Jornal A Tribuna e no Tribuna Online. O espaço trata de saúde e prevenção em linguagem acessível, onde esclarece dúvidas do público e comenta temas de saúde que estão em destaque no Espírito Santo.