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Quando o modelo funciona: o avanço do saneamento no Estado

Avanços no saneamento no ES refletem investimentos e parcerias que melhoram serviços e qualidade de vida

BRUNA BULDRINI | 23/03/2026, 12:39 h | Atualizado em 23/03/2026, 12:39
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          Imagem ilustrativa da imagem Quando o modelo funciona: o avanço do saneamento no Estado
Bruna Buldrini é diretora-presidente das concessões da Aegea no Espírito Santo |  Foto: Divulgação

O saneamento básico no Brasil ainda carrega desafios históricos que não se resolvem de forma rápida nem homogênea. Trata-se de uma agenda complexa, que exige planejamento, investimento contínuo e capacidade de execução ao longo do tempo. Por isso, quando surgem avanços consistentes, é fundamental ir além dos números e compreender o que há por trás deles.

Os resultados mais recentes do Ranking do Saneamento 2026 trazem um recorte relevante nesse sentido. Municípios do Espírito Santo atendidos por Parcerias Público-Privadas, estruturadas pela Cesan em articulação com a iniciativa privada, vêm apresentando evolução importante em seus indicadores. Não se trata de um movimento isolado, mas de um padrão que começa a se consolidar.

Na Região Metropolitana da Grande Vitória, Vila Velha avançou seis posições. Cariacica registrou um dos crescimentos mais expressivos do país, com ganho de 11 colocações. Serra aparece em trajetória mais estável, o que também é esperado em um setor marcado por diferentes estágios de maturidade entre os municípios. Cada avanço, dentro do seu contexto, sinaliza uma evolução que não pode ser analisada de forma simplista.

Mais do que a posição no ranking, os dados revelam uma relação direta entre modelo de gestão, capacidade de investimento e qualidade da execução. — fatores determinantes para a consistência dos resultados em um setor historicamente marcado por limitações estruturais.

A experiência do Espírito Santo mostra que a estruturação de projetos e a atuação operacional não eliminam, por si só, os desafios do setor. Existem pontos de atenção ao longo do caminho, ajustes necessários e diferentes ritmos de evolução. Ainda assim, quando existe coordenação entre os atores, capacidade de investimento e continuidade na execução, os avanços tendem a se consolidar.

O próprio estudo reforça que os resultados mais consistentes no país estão ligados à ampliação da coleta e do tratamento de esgoto, um dos principais gargalos do saneamento brasileiro. É nesse ponto que investimento e eficiência operacional se tornam decisivos.

Nesse contexto, as parcerias têm papel relevante ao viabilizar obras estruturantes, ampliar a cobertura dos serviços e promover ganhos de eficiência. Os efeitos desse movimento vão além dos indicadores técnicos, alcançando diretamente a saúde pública, a preservação ambiental e a qualidade de vida da população.

Mais do que ampliar investimentos, o que os dados indicam é a importância de investir com qualidade, coordenação e responsabilidade na execução. Quando isso acontece, os números deixam de ser apenas estatística e passam a refletir transformação real no cotidiano das cidades.

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