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Muito além do “the book is on the table”

Inglês se consolida como competência básica e pode elevar salários em até 61%

Sandlei Moraes | 11/03/2026, 12:31 h | Atualizado em 11/03/2026, 12:31
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          Imagem ilustrativa da imagem Muito além do “the book is on the table”
Sandlei Moraes é professor, consultor linguístico e empresário |  Foto: Divulgação

Em um mercado de trabalho cada vez mais globalizado, o inglês deixou de ser apenas um diferencial competitivo e passou a ocupar o lugar de competência básica para quem deseja crescer profissionalmente. Empresas de diversos setores mantêm relações com fornecedores, clientes, parceiros e plataformas internacionais, o que torna o idioma uma ferramenta essencial para a comunicação, atualização técnica e a inserção em cadeias globais de valor.

Dados recentes mostram que mais de 60% das empresas brasileiras consideram o inglês um fator decisivo em processos seletivos. Ao mesmo tempo, apenas cerca de 5% da população brasileira declara ter algum conhecimento do idioma, e menos de 1% é realmente fluente, segundo o British Council. Essa discrepância ajuda a explicar por que a proficiência em inglês continua sendo uma das competências mais valorizadas no mercado: trata-se de uma habilidade escassa, que gera diferenciação real e impacta diretamente as chances de contratação, promoção e mobilidade profissional.

O grande desafio está no fato de que muitos profissionais ainda tratam o inglês como um item secundário no currículo, quando, na prática, funciona como uma alavanca estratégica de carreira. O inglês não é mais um extra, mas parte da base de formação de quem quer disputar posições qualificadas, liderar projetos e se comunicar com o mundo.

Outro ponto crítico é a subjetividade do termo “fluente”. Para alguns, ser fluente significa conseguir se virar em uma viagem; para outros, participar de reuniões técnicas, negociar contratos ou apresentar projetos. Essa diferença de percepção faz com que as empresas busquem cada vez mais formas objetivas de avaliar o nível real de proficiência. Em cargos estratégicos, a capacidade de compreender nuances, vocabulário técnico e diferentes sotaques pode ser decisiva para o desempenho e para a representação institucional da empresa em contextos internacionais.

É nesse contexto que as certificações internacionais ganham relevância. Exames como TOEFL, IELTS, Cambridge English Qualifications e Duolingo English Test oferecem uma avaliação padronizada e reconhecida globalmente, medindo leitura, escrita, compreensão auditiva e fala. Ter uma dessas certificações no currículo não apenas comprova o nível de inglês, mas também transmite profissionalismo, comprometimento com o desenvolvimento contínuo e preparo para atuar em ambientes corporativos que exigem comunicação de alto nível.

Além disso, há impactos financeiros diretos. Levantamentos de mercado indicam que profissionais com inglês avançado podem ganhar até 61% a mais do que os sem domínio do idioma. Isso ocorre porque o inglês amplia o leque de oportunidades, permitindo acesso a vagas em multinacionais, startups globais, projetos internacionais e posições de liderança. Mais do que um título, o domínio do idioma se traduz em maior valor percebido pelo mercado.

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