Desafios de empresárias de sucesso no ambiente de trabalho
Primeira mulher a presidir a Associação dos Empresários da Serra conta que enfrentou desafios por ser mulher em um ambiente masculino
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No mundo empresarial, elas assumem os cargos mais altos e mostram que firmeza também pode caminhar com escuta e sensibilidade.
Um exemplo é Leonelle Lamas, executiva da Divulgue Outdoor & Comunicação Visual, que no ano passado se tornou a primeira mulher a presidir a Associação dos Empresários da Serra (Ases).
Para ela, isso mostra que o ambiente empresarial está amadurecendo. “Ser a primeira em 48 anos de história é muito importante para mim. Isso mostra que as empresas estão se abrindo para novas formas de liderança”, destaca.
A executiva conta que enfrentou desafios por ser mulher em um ambiente predominantemente masculino, mas lidou com a situação com serenidade, preparo e diálogo.
“Quando você trabalha com consistência, escuta as pessoas e demonstra compromisso com aquilo que faz, o respeito vai sendo construído naturalmente”.
Elas também estão em áreas estratégicas, como é o caso da gestora Bruna Buldrini, que assumiu a presidência das Concessões da Aegea Saneamento no Espírito Santo. Ela diz que assumir um setor indispensável para a população requer responsabilidade.
“É um serviço essencial, que impacta a saúde pública e a qualidade de vida das pessoas”.
Bruna dará sequência a uma outra liderança feminina. Ela diz que isso reforça que a presença de mulheres em áreas técnicas está se consolidando.
“A competência técnica, a capacidade de entrega de resultados e as habilidades de liderança das mulheres têm sido cada vez mais valorizadas. É uma forma de reconhecer nossos talentos”.
À frente de setor dominado por homens
A diretora jurídica e regulatória da Vports, Adriana Menezes Pessotti, também representa o avanço feminino em setores antes dominados por homens.
Há oito anos na área portuária, ela participou de um momento importante: a concessão inédita dos portos de Vitória, Vila Velha e Barra do Riacho à iniciativa privada.
Hoje, Adriana lidera uma equipe formada majoritariamente por mulheres. “Sou apaixonada pelo que faço. Estar no jurídico da primeira autoridade portuária privada do Brasil é um privilégio”.
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