Cesta básica no Recife sobe em janeiro, mas segue entre as mais baratas do país
Com alta de 0,67%, conjunto de alimentos compromete 40% do salário mínimo; carne bovina e farinha puxaram o aumento
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O ano começou com o bolso do recifense um pouco mais apertado. Em janeiro, a cesta básica subiu para R$ 600,09, um aumento de R$ 3,99 comparado ao mês anterior. Mesmo com essa subida, o Recife continua sendo um lugar "barato" para se alimentar em relação a outras capitais brasileiras, ocupando o 4º lugar entre as mais baratas do país, perdendo apenas para Natal, Maceió e Aracaju.
Para quem ganha um salário mínimo (R$ 1.621), o peso é grande: é preciso trabalhar mais de 81 horas apenas para pagar a comida básica. O que mais fez subir o preço no primeiro mês de 2026 foi a carne bovina e a farinha. Por outro lado, o arroz e o óleo de soja ficaram mais baratos em janeiro, o que deu um pequeno alívio na hora de passar as compras no caixa.
Se olharmos para os últimos 12 meses, o café em pó é o grande vilão, com uma alta de 31%. Já o arroz é a boa notícia para o consumidor recifense, estando 30% mais barato do que no ano passado. Outros itens como leite e tomate também tiveram queda durante o mesmo período de um ano.
Itens que mais subiram o preço na cesta básica do recifense em janeiro:
- Carne bovina de primeira (3,10%)
- Farinha de mandioca (2,69%)
- Tomate (2,24%)
- Feijão carioca (1,87%)
- Pão francês (1,55%)
Itens que mais caíram o preço na cesta básica do recifense em janeiro:
- Arroz agulhinha (-5,50%)
- Óleo de soja (-4,50%)
- Banana (-3,99%)
- Açúcar cristal (-2,44%)
- Manteiga (-1,99%)
- Leite integral (-1,39%)
- Café em pó (-0,17%).
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