Vale o conforto
Comentários sobre o futebol, os clubes e os craques do esporte mais popular do planeta
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira é jornalista esportivo com passagem por veículos como O Dia, Jornal do Brasil, Lance! e Extra. Reconhecido por sua apuração e análises sobre futebol, foi também comentarista da Rádio Globo. Atualmente, é colunista do jornal Tribuna e do Tribuna Online, onde escreve sobre clubes, bastidores e o cenário do futebol brasileiro.
A vitória do Flamengo sobre o Vasco tirou o clube da incômoda situação da lanterna do Grupo B, mas não resolveu o problema do time. Um tropeço no Fla-Flu deste domingo (25), no Maracanã, significará ter de vencer o Sampaio Correa na sexta e última rodada desta fase e ainda torcer por, pelo menos, dois tropeços de Nova Iguaçu e Maricá – também candidatos a uma das quatro vagas.
E a conta é simples: com quatro pontos ganhos, o time precisa dos três de domingo (25) para ir a sete. Assim, na partida do próximo dia 7, no Maracanã, brigará pela vaga no playoff das quartas-de-final.
Ou seja: a vitória no clássico permite atingir os dez pontos - lembrando que os três primeiros do grupo B (Botafogo, Boavista e Madureira) fizeram seis pontos com um jogo a menos.
No caso de derrota ou empate no Fla-Flu, o Flamengo só chegará a, no máximo, oito pontos, ficando em situação bem desconfortável.
Afinal, além dos três primeiros já citados, terá de torcer contra Nova Iguaçu, com quatro pontos, e Maricá, com três, ambos com um jogo a mais para cumprir. O “Laranjinha da Baixada” pode chegar a 13 pontos e o clube da Região dos Lagos a 12.
Por não crer em bruxas, acho pouco provável que os deuses do futebol deixem o Flamengo fora da próxima fase.
Mas ao assumir o risco de jogar as três primeiras rodadas com o time sub 20, tendo mais de 22 jogadores de extrema qualidade no elenco profissional, o clube mais rico do Brasil aceitou imponderáveis desconfortos. Que, na verdade, podem servir até de estímulo na campanha do tri.
Para o Fluminense, que divide a liderança do Grupo A com Volta Redonda e Bangu, a derrota não tem efeito devastador. Mas emite sinais de alerta, porque a partida seguinte é o clássico contra o Botafogo.
Dependendo dos resultados das duas próximas rodadas, os tricolores também podem chegar à sexta rodada precisando vencer para confirmar a classificação à quartas.
É aquilo: os Estaduais só não infernizam os planos do campeão. Para os demais, perdê-lo é ter de conviver com o terror das absurdas cobranças e o temor das decisões precipitadas.
Além disso, estar fora das quartas-de-final significa lucro cessante de mais de R$ 20 milhões em premiações, fora a bilheteria dos jogos das fases semifinal e final. Ou seja: um prejuízo que nem o mais rico de todos ousa assumir.
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