Acima da média
Comentários sobre o futebol, os clubes e os craques do esporte mais popular do planeta
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira é jornalista esportivo com passagem por veículos como O Dia, Jornal do Brasil, Lance! e Extra. Reconhecido por sua apuração e análises sobre futebol, foi também comentarista da Rádio Globo. Atualmente, é colunista do jornal Tribuna e do Tribuna Online, onde escreve sobre clubes, bastidores e o cenário do futebol brasileiro.
Difícil prever que tipo de malefício a volta dos titulares com dez dias de pré-temporada terá causado aos planos da comissão técnica do Flamengo para o restante do ano. Mas a atuação dos titulares de Filipe Luís no 1 a 0 de quarta-feira, sobre o Vasco, confirma que a decisão de levá-los para o jogo foi acertada; e que o elenco é acima da média. Com apenas um jogador do sub-20 (o lateral Daniel Sales), o time rubro-negro controlou o jogo de tal forma que pareceu até treino para o Fla-Flu.
Com Royal, Leo Pereira, Vitão, Pulgar, Ewerton Araújo, Plata, Carrascal, Everton, Alexsandro, Bruno Henrique, Pedro, Samuel Lino e Leo Ortiz, o Flamengo jogou no campo vascaíno o tempo todo. Tanto, que o goleiro Rossi quase não teve trabalho. O Vasco de Fernando Diniz não teve bola de escape.
No primeiro tempo, porque se deixou empurrar pelo volume adversário e ficou sem saída de bola; no segundo, porque, quando emitia sinais de melhora, o árbitro Bruno Arleu de Araújo expulsou o volante Barros.
E aí, com um a mais desde os cinco minutos da etapa final, só o Flamengo atacou. E por isso venceu com o gol de Carrascal, aliviando a pressão causada pelos tropeços do sub-20 nos três jogos iniciais do Carioca.
O Vasco, sem Rayan, perdeu força ofensiva? Sim. Mas ficou claro que o meio ainda não tem quem dialogue com Coutinho na ligação com o ataque. Ainda mais com o futebol caricato que os laterais Paulo Henrique e Pitton vêm jogando. Vejamos se Rojas, Hinestroza e Brenner preenchem o vazio e salvam a pele de Diniz.
Sob nova direção
Os titulares do Botafogo voltam a campo na noite de amanhã, agora para enfrentar o Bangu, e o modelo de jogo do argentino Martín Anselmi na vitória sobre o Volta Redonda divide as atenções da torcida com a crise administrativa na SAF do clube.
E não por ter escalado uma linha de três zagueiros, com dois deles improvisados. Mas pela narrativa. Anselmi mobilizou os jogadores em torno de um modelo competitivo e ignorou os problemas financeiros que ainda lhe batem à porta.
A postura no 1 a 0 sobre o o então lider do grupo A deixou boa impressão. Vitinho, Barbosa, Bastos (quando voltar), Marçal, Pantaleão, Alex Teles, Danilo, Allan, Montoro, Santi Rodrigues, Arthur Cabra. Resta ver se a falta de perspectivas dificultará o amadurecimento do novo projeto esportivo…
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