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Colunista

Leitores do Jornal A Tribuna

Branding: visão de futuro e inspiração para marcas

Branding se consolida como ativo estratégico para o crescimento em 2026

Hugo Mansur | 29/08/2025, 13:04 h | Atualizado em 29/08/2025, 13:04

Imagem ilustrativa da imagem Branding: visão de futuro e inspiração para marcas
Hugo Mansur é Head de Negócios e Estratégia da Lifebrand. |  Foto: Divulgação

No cenário acelerado e hiperdigitalizado, o branding deixou de ser um esforço periférico para se tornar o núcleo estratégico das empresas. Para marcas emergentes, esse movimento representa tanto uma oportunidade quanto um desafio: como construir posicionamento relevante, consistente e duradouro em um mundo onde tudo muda, exceto a importância de um propósito claro?

Como já passamos da metade do ano, é hora de pensar 2026, e as tendências mostram que o branding se afirma como um ativo essencial, especialmente para quem busca crescer com solidez e impacto. Mais do que estética ou visibilidade on-line, o foco está na essência: propósito, coerência e significado. Assim, num ambiente em que a velocidade da informação compromete a confiança, marcas autênticas, que sabem quem são, o que oferecem e no que acreditam, ganham protagonismo.

Fica cada vez mais claro que o diferencial competitivo está menos na aparência e mais na clareza estratégica. O que sustenta o crescimento é um tripé bem estruturado: identidade, razão de existir e proposta de valor. Além disso, a nova dinâmica exige marcas adaptáveis, que deixaram de ser estáticas para se comportarem como sistemas vivos. Em vez de logotipos imutáveis e manuais rígidos, surgem identidades visuais fluidas, ajustáveis a diferentes canais sem perder consistência.

Nesse cenário, a linguagem também se torna protagonista. Com o avanço de experiências imersivas e assistentes virtuais, o tom de voz é uma das principais conexões entre marca e público. Naming, storytelling e expressividade verbal deixam de ser acessórios e assumem papel central na diferenciação.

Outro aspecto decisivo é a autenticidade. Em tempos de consumidores conscientes, não basta declarar valores: é preciso vivê-los. Marcas que apenas repetem discursos de impacto, sem refletir compromissos na cultura e nas decisões, perdem credibilidade.

Nesse contexto, o branding deixa de ser função da comunicação e se integra à gestão estratégica. Ele orienta decisões, estrutura ofertas, molda a jornada do cliente e fortalece a cultura interna. Para marcas iniciantes, significa investir em identidade desde o início, com método e visão.

Afinal, a gestão de marca evolui e passa a ser reconhecida como ativo intangível de alto valor. Empresas incorporam o branding em decisões de precificação, inovação, atração de talentos e captação de investimentos. Quanto mais alinhada à estratégia, mais valor a marca gera.

Dito isso, a era do improviso ficou para trás. O crescimento sustentável será liderado por marcas que conhecem sua essência e comunicam isso com autenticidade. É que as marcas bem posicionadas funcionam como faróis em meio ao excesso de estímulos. Elas não apenas existem: elas guiam, inspiram e permanecem. E 2026 promete ser o ano em que ocuparão, de vez, o centro das decisões estratégicas, pois, ao influenciar inovação, precificação e investimentos, o branding torna-se peça-chave na geração de valor contínuo.

Quando bem construídas, marcas crescem com coerência, tornam-se conhecidas, memoráveis e, sobretudo, relevantes!

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