Homem morre após invadir distribuidora e tentar entrar em viatura da polícia
Um pino vazio de cocaína foi encontrado no bolso do homem
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Um homem de 28 anos morreu na noite de sábado (27) em Vila Palestina, Cariacica, após invadir uma distribuidora de bebidas e precisar ser contido por militares. No bolso dele foi encontrado um pino vazio de cocaína.
Os militares foram acionados para verificar a ocorrência pelo dono da distribuidora, que relatou a invasão e contou à polícia que o suspeito estava alterado, agressivo e havia quebrado várias garrafas de bebidas no estabelecimento.
Quando a polícia chegou ao bairro, o suspeito havia fugido e estava em frente a um supermercado, acompanhado do comerciante. Ele foi encontrado caído no chão com sangue em diversas partes do corpo. Ao notar a presença policial, o suspeito se levantou e tentou entrar na viatura da equipe, sendo contido por um dos agentes que fechou a porta e empurrou o suspeito.
Após, segundo a polícia, os militares tentaram conter o indivíduo que estava "muito agressivo, não acatava as ordens legais dadas pelos policiais e foi na direção de um dos militares para tentando agredi-lo".
Ainda segundo a PM, foi preciso utilizar de força para conter o homem. Uma outra viatura também esteve no local auxiliando na abordagem. O Samu também foi acionado já que o suspeito estava "alucinado e com aparência de ter ingerido bebida alcoólica e feito uso de entorpecentes".
Minutos após ser contido, o suspeito "ficou quieto e parou de respirar", de acordo com nota da PM. Uma ambulância do Samu chegou ao local e constatou o óbito.
No bolso esquerdo da bermuda do homem foi encontrado um pino vazio de cocaína. Ele também apresentava um corte profundo na mão esquerda. O pai do indivíduo esteve no local e confirmou que o filho era usuário de drogas e de álcool.
A perícia foi acionada e o corpo foi encaminhado para o Departamento Médico Legal (DML) de Vitória, para ser necropsiado e, posteriormente, liberado para os familiares.
Segundo a Polícia Civil, o caso será encaminhado para ao Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), que aguarda o resultado dos exames para definir se haverá abertura de inquérito, caso seja constatada morte violenta.
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