Para os pequenos!
Como elaborar refeições gostosas, ricas em nutrientes e que ainda ajudam na saúde e no desenvolvimento dos pequenos? Calma! A nutri tem algumas dicas
Gabriela Rebello
“Vamos lá, galera! Correndo em volta da cadeira. As mãos para trás, sem ajudar, hein?! Parou a música, parou, sentou. Não sentou, dançou, bobeou, cai de bumbum no chão”.
Dança da cadeira, quem nunca brincou? Pois é! Outubro chegou e com ele um dos dias mais esperados pela criançada: o Dia das Crianças. Brincadeiras e diversão não vão faltar no 12 de outubro.
E aproveitando esta data tão importante para os nossos pequenos, vamos aproveitar e falar dos cuidados que não podemos dispensar nesta fase de vida, afinal, mais do que um simples hábito ou costume, a alimentação infantil determina boa parte da saúde no futuro.
Ter filhos que comem de tudo, principalmente frutas, legumes e verduras, parece ser o sonho de muitas das mamães, afinal, depois de seis meses de vida, a preocupação dos pais com o cardápio dos filhos só cresce.
Assim como as dúvidas! Daí surge a pergunta: como elaborar refeições gostosas, ricas em nutrientes e que ainda ajudam na saúde e no desenvolvimento dos pequenos?
Calma! A nutri vai dar algumas dicas:
Peça ajuda na cozinha: depois que a batata está cozida (e não está mais super quente), peça para os mais novos ajudarem a descascar – é simples, né? Basta puxar a casca. Lavar as folhas de alface e, para os mais velhos, picar o tomate.
Ah! E não se esqueça de levar os pequenos à feira. Colocar a turminha em contato com os alimentos durante o preparo ajuda a familiarizá-los com os ingredientes.
Até porque, na hora de comer, eles vão querer experimentar um pouco do que ajudaram a fazer!
Tenha paciência: sempre que a criança recusar um alimento, tente novamente alguns dias depois. Você pode fazer isso até cinco vezes, sempre com receitas diferentes. Só depois dessa experiência você poderá confirmar que o pequeno realmente não gosta daquele alimento.
Capriche nas cores: a variação de cores significa uma variação de nutrientes. Na hora de montar o prato devemos contemplar quatro categorias de alimentos: leguminosos (feijão, grão-de-bico, lentilha); cereais (arroz, trigo, cevada, aveia); proteína (frango, carne, peixe, ovo) e vegetais (hortaliças e verduras).
Só quando pedirem: um dia, evidentemente, os mais novos vão querer experimentar o chocolate, o sorvete, o refrigerante e aquela pizza cheia de gorduras que aparece no comercial da TV.
Mas, enquanto eles são pequenos demais e não sentem nem curiosidade e nem vontade de provar, aproveite e não ofereça! Assim você ganha tempo para acostumá-las com comida saudável e fazer com que elas se tornem as opções principais no paladar dos baixinhos.
E o mais importante: é que as crianças tenham um bom modelo de comportamento dentro de casa. Se elas percebem que seus pais comem direitinho, elas também vão querer participar deste cenário. É claro que as porções são diferentes, mas a comida deve ser a mesma para todos.
E qual a idade máxima do bebê parar com a amamentação?
Não existe idade máxima. O desmame do bebê deve ser feito de maneira natural, não existindo limite para que a criança deixe de ser amamentada no peito.
A Sociedade Brasileira de Pediatria e a Organização Mundial de Saúde recomendam que a amamentação seja estendida até os dois anos de idade, onde vale ressaltar que a partir dos seis meses a criança tem que iniciar o consumo de outros alimentos.
Mamães, papais, de sangue ou de coração, espero que vocês aproveitem essas dicas para mudarem a rotina alimentar em suas casas. E não se esqueçam de contar para nutri como foi este processo, ok? Aos pequenos: um feliz Dia das Crianças!
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