Cobrança de taxa em cemitério
Redação jornal A Tribuna
“Minha mãe mora na Bahia e veio ao Estado para a remoção da ossada de meu irmão, falecido há quatro anos, para uma caixa. Ao procurar informações no Cemitério Boa Vista, em Maruípe, onde ele está enterrado, disseram que ela terá de pagar uma taxa de perpetuidade de R$ 240”, denuncia o auxiliar de serviços gerais Gelson Santos, que mora no bairro Santo Antônio, em Vitória.
Segundo o leitor, a funcionária que atendeu sua mãe disse que prepararia toda a papelada e pediu que retornasse este mês, para efetuar o pagamento e fazer a transferência da ossada, pedindo que a procurasse pessoalmente para efetuar o pagamento.
“Achei estranho, porque tenho informação de que as taxas cobradas nos cemitérios públicos são pagas através de boleto, nos bancos ou lotéricas”.
Gelson pede que a administração verifique o que está acontecendo. “Soube que, no Cemitério de Santo Antônio, cobram até pela caixinha”.
A Central de Serviços de Vitória informa que o procedimento para traslado é feito por meio de urna (caixa para acomodar os restos mortais) e, para tal, a pessoa interessada deve adquirir em qualquer agência funerária do País. Para efetivar o serviço, deve fazer a solicitação via processo aberto no setor de protocolo da Prefeitura Municipal de Vitória.
Toda e qualquer taxa para a realização do procedimento será cobrada por meio do Documento Único de Arrecadação.
O documento pode ser pago em agências bancárias, caixas eletrônicos ou quaisquer outras instituições financeiras regularizadas. A taxa para remoção é de R$ 44,47 e a de perpetuidade é de R$ 193,80.
SUGERIMOS PARA VOCÊ:
Qual a Bronca?,por Redação jornal A Tribuna