Histórias de quem teve a vida transformada após adotar um pet
Ter um bichinho de estimação muda a vida de qualquer pessoa, seja pelas responsabilidades que aumentam ou pelo carinho e pela parceria diária que eles proporcionam.
Ter um bichinho de estimação muda a vida de qualquer pessoa, seja pelas responsabilidades que aumentam ou pelo carinho e pela parceria diária que os pets proporcionam.
Mas para a estudante de Medicina veterinária Ana Carolina Oliveira, de 26 anos, as mudanças foram intensas. “Eu saí da casa dos meus pais, abri uma creche e hotel para pets, fiz parcerias com outros estabelecimentos e conheci meu namorado. O Grogu fez isso tudo acontecer, ele mudou a minha vida”, lembra ela.
Grogu, que é da raça samoieda, entrou na vida de Ana Carolina após sua antiga dona afirmar que não conseguiria mais manter o bichinho em seu próprio apartamento. Foi então que ela decidiu abrigar Grogu no apartamento em que morava com os pais.
Como o pet tinha muita energia e Ana já tinha Gamora, de 2 anos, além de cinco gatos, seus pais afirmaram que o espaço não era suficiente. Foi quando Ana teve a ideia de mudar para uma casa maior e conseguiu abrir a creche e hotel para pets.
Aos poucos, ela foi fazendo parcerias. Foi quando conheceu o adestrador Bernardo Fazio. Após um período da amizade sendo estritamente profissional, ele a chamou para sair e, desde então, os dois estão juntos.
“Agora nós moramos na creche e cuidamos dos nossos pets. Não tenho só dois cães, agora tenho três porque o dele (Logan) também veio morar com a gente. A nossa vida mudou bastante por causa dos nossos bichos. Era tudo o que eu queria”.
A psicóloga Dôra Soares afirma que estudos comprovam os benefícios de se ter animais de estimação.
“Eles diminuem o estresse do dia a dia, melhoram a autoestima, reduzem sintomas da depressão, além de ajudar na prevenção contra doenças cardiovasculares”.
A alergista Milena Pandolfi ressalta ainda que crianças que convivem com animais no primeiro ano de vida tendem a ter menos alergias. “É importante manter uma rotina de limpeza mais rígida, além de evitar que eles fiquem dentro do quarto e em cima de estofados. Essas dicas são principalmente para quem tem alergia, mas eles não estão proibidos de terem um pet”.
“Criei minha própria marca”
Em 2014, Simone Abadi, que era assistente administrativa, estava procurando uma roupinha para o Benjamim (destaque), quando decidiu montar a sua própria marca pet. Foi então que ela pesquisou locais, buscou fornecedores e, após um ano em Vila Velha, mudou para a Praça dos Namorados, em Vitória.
“Aprendi a costurar e a riscar os moldes, fiz cursos no Senac e hoje confecciono 90% das mercadorias. A minha logo tem a carinha do Benjamim, que encarou essa aventura comigo. Infelizmente, depois de 10 anos de convivência, ele virou uma estrelinha, mas deixou comigo essa história e duas irmãzinhas: a Bianca e a Berenice”.
“Não consigo viver sem ele”
Logan, um lulu da pomerânia de 5 anos, entrou na vida da assistente social Clara Maria de Souza quando era apenas um filhote. Hoje ele é essencial na vida dela.
“Quando me divorciei, tive covid e síndrome do pânico, ele estava lá. Eu não consigo imaginar minha vida sem o Logan”.
O cão terapeuta, como Logan é conhecido nas redes sociais, está prestes a fazer parte de um projeto com o Hospital Santa Rita.
“A ideia é levar ele para fazer companhia para os pacientes que ficam muito sozinhos”.
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