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Volta por cima com novas profissões para garantir sustento e renda extra

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Volta por cima com novas profissões para garantir sustento e renda extra


Mariana tinha  uma firma de serviços de limpeza e hoje faz doces e bolos. (Foto: Kadidja Fernandes/AT)
Mariana tinha uma firma de serviços de limpeza e hoje faz doces e bolos. (Foto: Kadidja Fernandes/AT)
O isolamento social por causa da pandemia do novo coronavírus trouxe transtornos e dificuldades financeiras para muitas famílias. Mas, ao mesmo tempo, algumas usaram a dificuldade para se reinventar e dar a volta por cima em novas profissões.

Esse é o caso da microempresária Mariana Gama, 34 anos, dona de uma firma que presta serviços de limpeza para as empresas. Com a pandemia, vários contratos foram rompidos e as finanças da família foram minguando.

“Já estava difícil antes, mas com a Covid-19 piorou tudo. Tive que me reinventar. Meu marido trabalha como motorista de aplicativo e não estava dirigindo por medo de contrair a doença e por causa das crianças. Ficou mais difícil ainda!”, contou Mariana.

Foi quando ela teve a ideia de trocar de ramo e passou a trabalhar com doces e bolos. “Sempre gostei de fazer doces em casa. Então decidi fazer para vender. Precisava tomar uma iniciativa e, como sempre gostei de doces, decidi apostar no ramo. Tem dado super certo”.

Ela disse que hoje faz bolo em fatia, para aniversário e festas, docinhos e verrine no copo, que é uma espécie de creme.

“Estou administrando bem, com ajuda da minha filha e do meu marido. Além disso, minha irmã faz as entregas para mim e minha cunhada fica por conta das redes sociais. A família toda está contribuindo”, revelou.

Quem também mudou de profissão para ajudar a família foi a professora Mariza Lemos Sousa Pires, 35 anos. Ela contou que, quando o isolamento social começou, já estava desempregada e trabalhando só com as redes sociais. A renda principal da família era o trabalho do marido, o motorista de transporte escolar Charles Alencar Domingues, 45 anos.

“Aprendi a fazer pão durante a quarentena. Ouvi uma palavra do pastor sobre sair da zona de conforto, vi que o meu marido estava precisando da minha ajuda e resolvi começar a fazer pão para vender. No primeiro dia, só vendi três, para a família mesmo e para a minha amiga que me ensinou a fazer pão”, lembrou.

Ela contou que não desistiu e colocou metas. Prometeu para a família e os seguidores na rede social que, se vendesse uma certa quantidade, doaria a mesma quantidade de pães para uma instituição. Ela contou orgulhosa que já conseguiu doar vários pães.

“Saí da minha zona de conforto; Era uma professora que não sabia fazer pães. Tive que me reinventar para conseguir ajudar meu marido”, afirmou.
 


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