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“Vejo um mundo sedento por diálogo”, diz ator Vitor Novello

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“Vejo um mundo sedento por diálogo”, diz ator Vitor Novello


O olhar artístico do ator Vitor Novello, 25, enxerga, com clareza, sua possibilidade de cantar, tocar piano, atuar, escrever e dar aulas de teatro para crianças. Ele está sempre pronto para viver novas experiências.

Contudo, sua visão de mundo não é tão cristalina. Muito pelo contrário: “Vejo um mundo sedento por diálogo”, diz, em entrevista ao AT2.

Vitor: O que eu sei é que enxergo o mundo daqui, desse lugar de onde estou hoje, que não é o mesmo de amanhã”. (Foto: Divulgação/Thais Ramos)Vitor: O que eu sei é que enxergo o mundo daqui, desse lugar de onde estou hoje, que não é o mesmo de amanhã”. (Foto: Divulgação/Thais Ramos)

E justifica seu posicionamento, pautado em uma das suas leituras mais recentes, Denise Ferreira da Silva. “Torço por um mundo em que a diferença não pressuponha separação, como diz a pensadora. O que eu sei é que enxergo o mundo daqui, desse lugar de onde estou hoje, que não é o mesmo de amanhã”, salienta.

Desde os seis anos, Vitor Novello rascunha seu amanhã inserido na arte. Aos 10, estreou profissionalmente e não parou mais. “Me considero super inquieto, fico mal quando não estou produzindo nada”, confessa o ator, que está com uma peça infantil escrita.


“Sou determinado nesse sentido da inquietude”


At2 Na Bio do seu Instagram, você se apresenta: “Ator e Pessoa”. Quando eles se distanciam e se tornam um só?

Vitor Novello Olha, te confesso que cada vez mais sinto que os dois estão juntos. Cada vez mais, acredito que minhas experiências pessoais são também experiências como ator e artista. Se coloco minha presença como ator, os movimentos que surgem dali me afetam, me modificam.

O bom de ser artista é o fato de poder ser vários?

Para mim, sim! Ter a liberdade de poder ser vários, escorrer minha identidade um pouco para fora de mim, beber de outras fontes, escutar outras vozes. Acredito, também, que, para realizar um trabalho vigoroso e honesto, é preciso tempo, dedicação, ética.

Você é músico também. Fala sobre “O Monte de Coisas”?

A banda é uma forma que encontrei, junto com amigos queridos e talentosos que me ajudam muito, de começar a explorar esse universo da música. Já lançamos três singles autorais nas plataformas de streaming, e estamos preparando uma live para maio, que mistura covers e músicas autorais.

Sempre compus e toquei piano. Aprendi ouvindo meu pai tocar dentro de casa, e amo experimentar habitar esse espaço da música. Estou começando a planejar gravar músicas autorais.

Quem chegou primeiro: a música ou a atuação?

A atuação! Comecei a me apaixonar por teatro na Catsapá, escola de musicais que entrei aos 6 anos. Comecei a trabalhar profissionalmente aos 10, com a peça “Peter Pan”. Fiz “Malhação” em 2006.
 

E a música?
Andou em paralelo, em casa. Sempre fui amador na música e ainda me considero assim.

E seu mundo é seu?

Ah! Aí você me pegou! (Risos) Esse é o trecho de uma música minha. Há uma certa licença poética em dizer que “o meu mundo é meu”, porque eu de fato não tenho certeza de nada, mas sei que o que eu chamo de mundo é apenas o mundo como eu o vejo. É uma música que fala de idealizações, e “ter o seu mundo pra si” me parece uma delas, já que o seu mundo muda e o “si” também. O que chamamos de mundo é nosso ou nos inclui?

Também escreve, com direito a livro de poesia, “Par ou Ímpar”, e a uma peça, que foi adaptada para um curta. Tantas manifestações artísticas são resultado de uma inquietação?

Sim! Essa peça foi “Mármore”, que esteve em cartaz em 2018. Nesta quarentena, escrevi, com o Tiago Herz, um espetáculo infantil baseado em obras de Mia Couto e Aílton Krenak. A ideia é montá-lo pós-pandemia.

Um jovem determinado.

Determinado nesse sentido da inquietude, de ir atrás dos desejos. Sigo aprendendo a ir fazendo mais isso.

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