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Vai um cafezinho?
Claudia Matarazzo
Claudia Matarazzo

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Vai um cafezinho?

Falamos sobre chá outro dia e vários leitores pediram que falasse também do nosso café – paixão nacional e, carinhosamente, apelidado de cafezinho, que, de “inho” não tem nada!

Afinal, ele é indicado e tomado a qualquer hora do dia, coado ou de máquina, para clarear as ideias e despertar, ou para relaxar, sozinho ou acompanhado (de doces ou salgados), sorvido em agradável solitude ou em boa companhia.

De todas as formas de tomar a bebida, para mim, a melhor é finalizando uma boa refeição. Mas, para desfrutar o café em sua plenitude, é preciso respeitá-lo, e entender que, de trivial, ele não tem nada!

Timing para servir – Depois da refeição, é ideal não deixar passar mais de 15 minutos após terminada a sobremesa.

Assim, ele “sela” o sabor da última delícia do cardápio, combate eventuais efeitos do álcool ingerido em excesso e prepara o organismo para a digestão.

Ainda à mesa ou na sala? – Depende. Se a conversa estiver boa, à mesa, sem interromper a vibe.

Mas há quem defenda voltar para a sala, para se movimentar depois de um tempo sentados, e reagrupar as pessoas. Claro, sempre é possível usar o “café na sala” para mudar um eventual constrangimento causado por algum assunto inconveniente.

De máquina ou coado? – Também depende. A máquina é superprática e atende a gostos diversificados: podemos oferecer vários tipos de sabores em cápsulas. Mas, se for para mais de seis pessoas, é indicado colocar perto da mesa: a bebida esfria, enquanto se aguarda completar a bandeja e não dá para ficar um vai e vem servindo um a um.

Trazer a máquina para perto da mesa também pode causar o incômodo do barulho. Avalie e escolha.
Café coado – Tem algumas vantagens: a primeira delas é que é mais saboroso quando feito da maneira certa.

Os baristas entendidos são unânimes em dizer que há muito “grão queimado” nas cápsulas (e também em alguns pós, daí a importância de escolher bem). Isso “amarga” o café e distorce o sabor.

Já, servir coado da maneira certa, sem pressa de passar pelo coador, é um privilégio para quem saboreia, pois é cada vez mais raro!

Sem falar que é mais elegante: o anfitrião pode, aí sim, servir os convidados, individualmente e, de quebra, exibir um lindo bule!

Ok, você detesta ter que pensar em coar café, acha que dá trabalho, etc. Entendo. Então, sugiro montar uma mesa auxiliar ou carrinho e fazer uma “estação do café” com a máquina, o jogo de xícaras, açúcar, e alguns sabores de cápsulas estrategicamente colocados, de modo a facilitar o serviço e, ainda, decorar o canto.

Dessa forma, as pessoas se servem como e quando querem – e você relaxa depois da refeição.

Aliás, esse tipo de estação serve também para quando convidamos para um lanche da tarde ou se há mais do que 3 ou 4 pessoas.

Falei que não era cafezinho: para fazer um bom café, é preciso paciência, uma certa experiência e sabedoria para apreciar!

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