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Universitário sobrevive a desabamento que matou avós: "Agora é recomeçar"

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Universitário sobrevive a desabamento que matou avós: "Agora é recomeçar"


O casal de idosos que morava no local, Antônia Berlamino Barbosa e Osvaldo da Silva Barbosa, morreram (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
O casal de idosos que morava no local, Antônia Berlamino Barbosa e Osvaldo da Silva Barbosa, morreram (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Em Alfredo Chaves, no bairro Cachoeirinha, uma pedra deslizou e soterrou uma casa. O casal de idosos que morava no local, Antônia Berlamino Barbosa e Osvaldo da Silva Barbosa, morreram. O neto, o estudante Luan da Silva Barbosa, de 30 anos, que também estava no local, ficou enterrado com a cabeça para fora.

Luan Barbosa: “Recomeço” (Foto: Leone Iglesias/AT)
Luan Barbosa: “Recomeço” (Foto: Leone Iglesias/AT)
O jovem estava na casa com os avós quando escutou um barulho, por volta das 22 horas, saiu da residência e, em questão de segundos, percebeu que a casa estava soterrada.

O estudante ficou preso nos destroços por cerca de uma hora e teve dois desmaios. Os vizinhos o ajudaram a sair dos escombros, pois nem os bombeiros conseguiram chegar à casa, devido ao bloqueio e alagamento nas estradas.

O local onde ocorreu o acidente era um sítio e, na casa que foi soterrada, moravam os dois idosos. O jovem morava com a família em uma casa ao lado.

A família informou que ele foi encaminhado a um Pronto Atendimento em Alfredo Chaves e depois foi levado de helicóptero para o Hospital Estadual de Urgência e Emergência (HEUE), antigo São Lucas, em Vitória. O jovem teve alguns ferimentos no rosto e uma lesão no braço. Na tarde de ontem, ele teve alta.

“Foi um recomeço, graças a Deus, poder sair desse acidente. Pena que meus avós não conseguiram ter a mesma sorte que eu. Agora é recomeçar. Bola pra frente, conquistar tudo de novo. Afinal, a gente perdeu tudo”, destacou o jovem.

A família disse que vai tentar voltar para Alfredo Chaves, mas ainda não sabe se conseguirá, porque a cidade está completamente fechada. Eles também observaram que até a comunicação com os parentes está difícil, pois em alguns locais não há sinal telefônico.


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