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Tudo vira reggae em novo disco da banda Maneva

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Tudo vira reggae em novo disco da banda Maneva


O grupo Maneva repaginou grandes obras da música brasileira, que fazem parte de suas referências (Foto: Leonardo Rocha/Divulgação)
O grupo Maneva repaginou grandes obras da música brasileira, que fazem parte de suas referências (Foto: Leonardo Rocha/Divulgação)

Já imaginou uma versão em reggae do hino sertanejo “Evidências”, de Chitãozinho e Xororó? E de “Epitáfio”, do Titãs? No mínimo, ousado, não?

Mas, para o Maneva, um dos maiores nomes brasileiros do estilo nascido na Jamaica, não há limites, e o grupo paulista dá a sua “cara” para esses e outros clássicos da música nacional em novo álbum.

Lançado na última quarta-feira (1º), quando foi comemorado o Dia Mundial do Reggae, o projeto é resultado da primeira live da banda, gravada na Estância Alto da Serra, em São Paulo.

Na apresentação, o Maneva tocou sua obra autoral, que soma mais de 400 milhões de acessos somente no YouTube, e canções que fazem parte da memória afetiva de seus integrantes. As novas versões foram tão bem recebidas pelo público que ganharam um disco exclusivo.

“O Maneva conquistou algo muito difícil, que é o reconhecimento somente pelas próprias composições. Sem dúvida, é um projeto inovador exatamente por isso. Pela primeira vez, o público pode ouvir esse nosso ‘lado B’, aquilo que gostamos e que teve e tem forte influência em nossas vidas”, contou o percussionista Diego Andrade.

Além dos clássicos já citados, foram repaginadas outras grandes obras da música brasileira como “O Vento”, de Los Hermanos; “Anunciação”, de Alceu Valença; “Eu Te Devoro”, de Djavan; “Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda (Casinha de Sapê)”, de Hyldon; “À Francesa”, de Marina Lima; “Noite do Prazer”, de Claudio Zoli; e “Metamorfose Ambulante”, de Raul Seixas.

“Raul é unânime, não tem jeito. Uma referência importantíssima e que contribuiu de forma rica com suas poesias singulares. Assim também são os outros artistas que trazemos nessa experiência musical. Esse é um álbum que fala de amor, lembranças e saudades, mas em um só ritmo”, salienta o vocalista Tales de Polli.

O trabalho ainda conta com versões em reggae de sucessos mais atuais, de 2018. São eles: “Péssimo Negócio”, do pagodeiro Dilsinho, e “Morena”, de Vitor Kley.


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