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Traficante Elias Maluco é encontrado morto dentro de presídio

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Polícia

Traficante Elias Maluco é encontrado morto dentro de presídio


 (Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

O traficante Elias Pereira da Silva, mais conhecido como Elias Maluco, foi encontrado morto na tarde desta terça-feira (22) na Penitenciária Federal de Catanduvas, na região oeste do Paraná, segundo informações do Departamento Penitenciário (Depen).

Elias Maluco foi preso em setembro de 2002 e, em 2005, foi condenado a 28 anos e seis meses de prisão pela morte do jornalista Tim Lopes.

Em 2013, foi sentenciado a mais 10 anos, sete meses e 15 dias de prisão, desta vez pelo crime de lavagem de dinheiro. A mulher e a sogra dele também foram condenadas pelo mesmo crime.

Desde então, Elias Maluco ficou em presídios federais de segurança máxima.

Segundo o Depen, a família foi comunicada da morte pelo Serviço Social do Presídio Federal de Catanduvas.

Ainda de acordo com o departamento, a Polícia Federal foi chamada para fazer a perícia no local.

Tim Lopes

 (Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)
Elias Maluco foi preso no dia 19 de setembro de 2002. Ele foi condenado pelo assassinato do jornalista Tim Lopes, morto em junho daquele ano enquanto fazia uma reportagem sobre abuso de menores em um baile funk da favela Cruzeiro.

O traficante ficou conhecido pelos métodos bárbaros com que matava pessoas.

O corpo de Tim Lopes foi carbonizado numa fogueira de pneus conhecida como micro-ondas e só pôde ser reconhecido após exame de DNA. Outras seis pessoas foram condenadas por participação no crime.

Em maio de 2019, segundo informações do andamento processual do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o processo foi arquivado definitivamente em razão do trânsito em julgado (quando não há mais recursos).

Elias Maluco também possui uma condenação por lavagem de dinheiro em 2013.

Em 2018, o juiz Alfredo José Marinho Neto, da 1ª Vara Criminal de Madureira negou um pedido de relaxamento de prisão feito pela defesa do traficante. A requisição foi feita relativa à acusação de que Elias dominava a venda de gás e a exploração de transporte alternativo em regiões da Baixada Fluminense.

Na ocasião, foi analisada denúncia feita pelo Ministério Público estadual, que argumentava que Elias ainda comandava uma das principais facções criminosas do Rio.

Em agosto de 2019, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu um habeas corpus para Elias no âmbito de uma ação penal que ele respondia por associação para o tráfico.

No entanto o traficante permaneceu preso já que decisão estabeleceu que ele só poderia ser solto se não houvesse outras ordens de prisão em vigor.

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