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Tem até cobras nos ensaios fotográficos

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Tem até cobras nos ensaios fotográficos


Fazer um ensaio fotográfico diferente tem se tornado comum entre as mulheres, e as cobras viraram verdadeiras personagens quando o assunto é se aventurar.

Entre as espécies preferidas estão as jiboias, consideradas mais calmas pelos biólogos, quando são domesticadas desde o nascimento. A modelo Márcia Barros, 43 anos, posou ao lado de uma jiboia arco-íris, da Amazônia, e diz que “foi uma experiência incrível”.

O ensaio foi feito em Guarapari, na região de mata da Cachoeira do Nasser, em Buenos Aires, zona rural da cidade. Ensaios como esse se tornaram comuns para o fotógrafo Hugo Pires, de 29 anos. Nos últimos meses, segundo ele, a procura tem aumentado e foi preciso se especializar no assunto.

“Fiz o primeiro ensaio com cobras há dois anos, mas isso tem se tornado uma tendência. As pessoas que buscam esses tipos de ensaios são, geralmente, mulheres de personalidade forte e que gostam de se aventurar”, disse.

“Estudei técnicas específicas. É preciso difundir a luz porque não se pode jogar a luz direto no animal. É preciso descansar o animal para não estressá-lo”, conta Hugo. O fotógrafo revela que os trabalhos são feitos sempre com o acompanhamento do responsável pelo animal.

“Ele vai saber sobre o temperamento da espécie. Se perceber que o animal cansou, por exemplo, o ensaio é suspenso”.

A jiboia pertence ao analista de suporte técnico Pedro Mariano, 24. Ele sempre foi encantado pela espécie e, há três anos, adquiriu “Napoleão”, como é chamada a cobra, de um criadouro legalizado, de onde veio microchipado.

“Com a criação em casa, o Napoleão passou a ser dócil e supertranquilo. Meus pais e minha esposa tinham muito receio, mas hoje virou parte da família”, disse Pedro.

Biólogo alerta para riscos

Os ensaios com cobras são permitidos, mas é preciso se certificar de que os animais são provenientes de criadouro legalizado, pois, caso contrário, a pessoa que as mantém sem origem legal, está passível de multa e até detenção, segundo o biólogo Thiago Marcial de Castro.

Ele esclarece que as jiboias, assim como outras serpentes não peçonhentas, são passíveis de serem domesticadas. “Quando criadas desde filhotes, geralmente ficam dóceis, reduzindo as chances de mordidas. Porém, nunca temos 100% de certeza de que não ocorrerá um acidente”, disse Thiago.


Uma experiência incrível


 (Foto: Hugo Pires)
(Foto: Hugo Pires)

“Uma experiência incrível”. Foi assim que a modelo Márcia Barros, 43, definiu a sensação de posar ao lado de uma jiboia arco-íris, da Amazônia, em um ensaio feito em Buenos Aires, zona rural de Guarapari.

“O ensaio em si com a natureza já é uma energia forte. A cobra estava no habitat natural dela. Manter esse contato me assustou inicialmente. Mas, mostrando um conforto diante dela, vi que ela ficou mais tranquila. Foram fotos diferentes mesmo”, salientou Márcia.


“Forte e empoderada”


 (Foto: Hugo Pires)
(Foto: Hugo Pires)
A biomédica Dayane Merisio, de 23 anos, é apaixonada por cobras e escolheu a jiboia argentina de um amigo para fazer um ensaio na Serra.

A jiboia tem o nome de Laura e foi a personagem principal do ensaio fotográfico, feito pelo fotógrafo Hugo Pires.

“Era algo que eu queria muito. Eu me sinto forte e empoderada ao lado de um animal tão maravilhoso como as serpentes. Todas as mulheres deveriam provar essa sensação, é uma experiência única”.


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