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Teatro demolido, Cais das Artes à deriva
Fonte Grande
Luiz Trevisan

Luiz Trevisan


Teatro demolido, Cais das Artes à deriva

Em meio ao avanço da pandemia, o setor cultural capixaba registra outras baixas e temores. O Teatro Galpão, inaugurado em 1991, na Reta da Penha, em Vitória, foi demolido e, em seu lugar, vai surgir mais uma revenda de veículos. Saem de cena personagens de Shakespeare, Sófocles, Milson Henriques e tantos outros memoráveis.

Proprietário do Galpão, o ator José Augusto Loureiro lamenta a perda do espaço, e conta que foi difícil manter o imóvel acumulando impostos, multas e dívidas. “A municipalidade nunca deu apoio de fato”, frisa.

Já a conclusão da obra do Cais das Artes, na Enseada do Suá, está judicializada, com a construtora Andrade Valladares aguardando trâmites de liberação para “possível retomada no primeiro semestre deste ano”, informa o DER-ES. A obra, polêmica, já consumiu R$ 124 milhões e necessita de mais R$ 70 milhões, aproximadamente, para ser terminada.

Risco no turismo...
Pesquisa em 12 locais de grande circulação de turistas no Estado, realizada pela Setur neste verão, confirma evidências, como preferência por locais mais isolados (57%), uso de transporte individual (73%) e que 33% atrasaram viagem devido à pandemia. E ainda que, oooppss, 69% dos entrevistados reclamaram da falta do uso de máscaras por funcionários em estabelecimentos.

... Até na ilha vip
Um grupo de capixabas foi curtir maravilhas da Ilha de Fernando de Noronha, que exige testagem Covid-19 para acesso. Tudo ok, partiu! Porém, após regresso, parte testou positivo. Primeira suposição do grupo: possível contágio em aeroporto. Mas, vai saber...

ENCENAÇÃO ONLINE, NUNCA MAIS. “Personagem” da coluna desta semana, o ator capixaba José Augusto Loureiro confessa que não pretende mais encenar peças online, pois, “falta a emoção da plateia, é estranho”. Diz que a experiência com o monólogo de Duílio Kuster, “Rubem Braga, a vida em voz alta” (foto), foi desafiadora e gratificante, porém, lamentou a falta de contato com o público. “Não tem aquele suspiro que contagia”, frisa. Isolado num sítio em Nova Almeida, Loureiro aguarda a vacina e dias melhores para o teatro capixaba.

Nem vento Sul
O subsecretário estadual de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, já avisou que as máscaras de vinil transparente não protegem nem do vento Sul, muito menos do vírus. Ainda assim, alguns políticos, que deveriam dar exemplo, insistem com elas no rosto.

Xadrez do futuro
Se o governador Renato Casagrande for mesmo disputar a Presidência da República, como deseja a cúpula nacional do PSB, quem será o seu candidato ou candidata ao governo em 2022?

Exclusão residencial
Pesquisa de universidade aponta que moradores da periferia das cidades têm menor chance de emprego do que quem reside em áreas centrais. Menos acesso à qualificação e maior despesa com transporte, principalmente, desfavorecem a quem mora longe.

* * *

Cidades inteligentes...
Durante apresentação online do painel “Desenvolvimento de Cidades Inteligentes”, o secretário de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Vitória, Marcelo Oliveira, admitiu que a municipalidade precisa trocar a mensagem automática enviada ao empreendedor logo que ele registra a sua empresa. “É uma mensagem hostil, em vez de ser estimulante”, disse.

...Para acelerar
Já a presidente da Findes, Cris Samorini, opinou que a prefeitura da capital deveria fundir as secretarias de Desenvolvimento Econômico e a de Meio Ambiente “para acelerar processos”.

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ENCONTRO DE POETISAS. Em regime “semipresencial”, o distrito de São Pedro de Itabapoana, Mimoso do Sul, recebe para o “Encontro Estadual de Poetisas Capixaba”, de 12 a 14 próximos.

TECNOLOGIA. Ao anunciar criação de plataforma online para pequenos comerciantes, o empresário Eugênio Fulgêncio comparou: “Entramos no século XIX de charrete, saímos de ônibus espacial”.

ATÉ QUANDO? Na pior fase da pandemia, ônibus de transporte urbano seguem lotados, muitos sem máscaras, desafiando fiscalização e o bom senso coletivo.

FILOSOFIA NA PANDEMIA. “Sabe fulano? Covidou”. Verbo do momento, infelizmente, entreouvido por aí.

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