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Suor e tintura de cabelo escorrem pelo rosto de advogado de Trump durante entrevista

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Internacional

Suor e tintura de cabelo escorrem pelo rosto de advogado de Trump durante entrevista


A entrevista do ex-prefeito de Nova Iorque e advogado pessoal de Donald Trump, Rudy Giuliani, viralizou nas redes sociais, mas não pela insistência em acusar as eleições dos EUA de fraudadas.

O que chamou a atenção foi o líquido escuro que escorreu sobre o rosto do republicano: uma mistura de suor com tintura de cabelo.

O ex-prefeito de Nova Iorque e advogado pessoal de Donald Trump, Rudy Giuliani (Foto: Reprodução/ Redes sociais)
O ex-prefeito de Nova Iorque e advogado pessoal de Donald Trump, Rudy Giuliani (Foto: Reprodução/ Redes sociais)

Diante do fracasso das múltiplas ações na Justiça para tentar mudar a seu favor o resultado das eleições nos EUA, o presidente Donald Trump — derrotado pelo democrata Joe Biden — investe em outra estratégia.

Trump pretende fazer os Legislativos de estados-chave onde ele perdeu e que são dominados por republicanos ignorarem as urnas e designarem partidários dele ao Colégio Eleitoral.

A ofensiva ocorre a pouco menos de três semanas do prazo final para a certificação dos resultados da eleição presidencial pelos estados, no dia 8 de dezembro.

Trump com isso sinaliza que vai intensificar a estratégia de questionar as urnas com acusações sem fundamento de fraude.

O presidente convidou legisladores estaduais republicanos de Michigan, onde ele perdeu por cerca de 157 mil votos, para uma conversa hoje na Casa Branca.

Embora o tema da reunião não tenha sido revelado, suspeita-se de que ele tentará convencer os parlamentares a embarcarem em seu plano. O estado deve certificar o resultado na segunda-feira.

No caso de Michigan, contudo, suas chances de sucesso são pequenas: no início da semana, o líder do Senado estadual, o republicano Mike Shirkey, disse que a tentativa de mudar o resultado local das eleições “não iria acontecer”.

Foi Shirkey quem recebeu o convite para a reunião na Casa Branca, e ainda não se sabe quantos parlamentares irão a Washington. Líderes republicanos em outros estados-chave, como Geórgia, Pensilvânia e Arizona, já se declararam contra a manobra, segundo o jornal New York Times.

Caso um ou mais estados perca o prazo do dia 8 de dezembro para a certificação dos resultados, Trump pode alegar que ali houve uma “eleição fracassada”, potencialmente abrindo caminho para que os

Legislativos estaduais controlados por republicanos indiquem seus próprios representantes no Colégio Eleitoral.

Os 538 delegados se reunirão no dia 14 de dezembro, com a confirmação final do vencedor feita pelo Congresso no dia 6 de janeiro.

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