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Seguranças privados que trabalham na saúde querem prioridade na vacinação

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Coronavírus

Seguranças privados que trabalham na saúde querem prioridade na vacinação


Seguranças de empresas privadas, que atuam em postos de saúde, hospitais e clínicas médicas, querem entrar na lista de prioridade da vacinação contra o coronavírus no Espírito Santo. 

O presidente do Sindicato dos Vigilantes da Grande Vitória (Sindseg-GV/ES), Serafim Gerson Camilo, informou que já enviou notificações ao governo do Estado e às prefeituras para incluir esses profissionais na lista de prioridade na vacinação. "Estamos de frente com essa pandemia", afirma ele. 

Na terça-feira (6), o governo do Estado anunciou o início da vacinação para profissionais das forças de segurança pública, como policiais, bombeiros e guardas municipais, além de trabalhadores ligados ao transporte e atendimento de pacientes e daqueles que fiscalizam o cumprimento de medidas sanitárias. 

Serafim disse que profissionais morreram por conta da Covid (Foto: Mary Martins)
Serafim disse que profissionais morreram por conta da Covid (Foto: Mary Martins)
"Somos braço dessa vigilância pública, porque onde está o policial está o vigilante. Se você vai em uma clínica ou posto de saúde, quem está ali é o vigilante, que vai acalmar a pessoa que está ali indignado porque perdeu um familiar", disse Camilo.

Segundo ele, a categoria foi informada pelas autoridades da saúde de que não são prioridade para vacinação." Como não somos prioridade se estamos dentro das clinicas, nos postos de saúde e hospitais?", questiona.

O presidente do sindicato revela que cerca de 30 profissionais morreram por conta da Covid-19, desde o início da pandemia, e a doença também tem sido responsável por vários afastamentos de profissionais. 

"Eu mesmo fui vítima e fiquei três dias internado por conta da Covid. Um diretor do sindicato morreu vitima da doença", revela.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) informou que segue as orientações do Plano Nacional de Vacinação Contra a Covid-19 já que as doses são encaminhadas ao Estado pelo Ministério da Saúde.

"Esclarece que pretende avançar na estratégia de vacinação de toda a população capixaba assim que conseguir firmar negociação para compra direta da vacina", diz a nota.


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