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Estado prepara plano para combater novo vírus mortal

| 29/01/2020 11:28 h

O estudo realizado com o novo composto à base de paládio - metal raro de alto valor comercial - demonstrou sua eficácia
O estudo realizado com o novo composto à base de paládio - metal raro de alto valor comercial - demonstrou sua eficácia |  Foto: Rovena Rosa/ Agência Brasil

Com o avanço do surto de coronavírus, ao menos em 19 países e com investigação de três casos no Brasil, o governo do Estado prepara um plano para evitar a transmissão desse novo vírus mortal no Espírito Santo.

Os números colocam o mundo em alerta, uma vez que esse vírus já provocou pelo menos 132 mortes na China, onde já há 4.515 infectados. Das mortes até agora, 125 foram registradas na província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan, epicentro da contaminação.

O Plano Estadual de Enfrentamento e Controle está sendo estruturado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e amanhã será analisado em reunião entre representantes do órgão e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no Estado.

A Sesa disse que amanhã serão elencadas as diretrizes relacionadas à doença e, assim, estabelecidas ações imediatas de prevenção e também de controle no Estado. Os detalhes desse plano devem ser divulgados após esse encontro.

A Sesa explicou que, desde que o Ministério da Saúde alertou sobre a possível chegada do vírus ao País, as vigilâncias municipais e a rede de saúde foram subsidiadas com informações referentes à identificação de sintomas desencadeados pelo novo coronavírus.

Todos já estão orientados e instruídos a notificar a Sesa em caso suspeito, mas até agora não houve notificação no Estado.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, deve convocar para o próximo dia 6, os secretários estaduais de Saúde para discutir em Brasília estratégias de um plano de contingência, caso seja confirmada a presença desse vírus no País.

O infectologista Moacir Soprani, diretor da Associação Médica do Estado (Ames), destacou que o vírus pode ser fatal. “A transmissão é razoavelmente elevada e deve ser feita a contenção, quebrando a cadeia de transmissão. Os comunicantes de qualquer caso suspeito têm de ser monitorados”.

“A morte depende da assistência rápida aos casos graves, as medidas são de suporte, então não tem como precisar tempo. De qualquer maneira, os casos graves evoluem rápido”, finalizou.

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