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Saúde

Combate à dengue: só 55% dos moradores liberam visita dos agentes

Mesmo com todos os alertas sobre a gravidade da doença, 80% dos focos do mosquito estão nas residências


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Imagem ilustrativa da imagem Combate à dengue: só 55% dos moradores liberam visita dos agentes
Agentes de endemias enfrentam dificuldade para acessar 45% dos imóveis na Grande Vitória. |  Foto: Divulgação/Canva

O Espírito Santo tem 48.190 casos notificados de dengue apenas neste ano, até ontem, segundo Painel de Monitoramento da Dengue. Apesar do número ser menor que os 116.336 notificados até dia 30 de março de 2024, a doença ainda preocupa, já que o sorotipo 3 está em circulação e tem maior potencial de causar formas graves da doença.

Mesmo com todos os alertas sobre a gravidade da dengue, 80% dos focos do mosquito estão nas residências, mas ainda assim apenas 55% da população de municípios na Grande Vitória recebem os agentes de endemias para orientar sobre o combate ao mosquito.

Esse percentual refere-se a Vitória e Vila Velha que, segundo as prefeituras, tiveram pendências de cerca de 45% nos atendimentos, principalmente devido a casas fechadas e à recusa de alguns moradores em atender os profissionais de saúde.

Segundo a Prefeitura de Vila Velha, aos sábados os agentes comunitários de endemias retornam aos domicílios onde não conseguiram estabelecer contato com os moradores a fim de executar o serviço necessário.

De acordo com a diretora do Centro de Vigilância em Saúde Ambiental de Vitória, Wanessa Andrade, a pendência é elevada não apenas no município, mas em nível nacional.

“A pendência de casas em que os agentes não conseguem entrar é em torno de 40% a 45%. O interessante é que há residências em que vamos em torno de três vezes e há a negativa, mas quando alguém daquela residência adoece, eles abrem um chamado no 156 solicitando a visita. E quando chegamos, encontramos na casa o foco ativo”.

Para tentar frear os casos da doença, o Estado está promovendo a Semana de Mobilização Contra a Dengue. Conforme explicou o subsecretário de Vigilância em Saúde, Orlei Cardoso, essa semana é para promover atividades educativas e de conscientização sobre a doença.

“Apesar das últimas quatro semanas termos tido redução dos casos de dengue e Oropouche, mesmo assim o tempo está propício, com condições climáticas favoráveis ao mosquito; e a gente teme que com o sorotipo 3 tenhamos uma epidemia no Estado”.

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