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Rafael Infante: "Eu gosto de falar sobre sentimentos"

Entretenimento

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Rafael Infante: "Eu gosto de falar sobre sentimentos"


Rafael Infante faz o público rir  com o confuso Carlinhos Avelar, do Porta dos Fundos (Foto: Oseias Barbosa/Divulgação)
Rafael Infante faz o público rir com o confuso Carlinhos Avelar, do Porta dos Fundos (Foto: Oseias Barbosa/Divulgação)

Treta no mundo dos famosos? Reunião entre ministros? Ele entra em cena e explica. Ou, pelo menos, tenta, com muito bom humor e “tananãs”.

Enquanto faz o público rir com o confuso Carlinhos Avelar, nos vídeos do Porta dos Fundos na internet, Rafael Infante cumpre o isolamento com a esposa, Tatiana Novais, e a filha, Lara, 4 anos, e aproveita para dividir bem mais do que as tarefas domésticas. Compartilha o que sente.

“Eu gosto de falar sobre sentimentos. Acho que nós, homens, fomos educados para não falar sobre isso. Mas eu falo. E, neste momento, se abrir é ainda mais importante. É um momento difícil”, diz ele, que aproveita para colocar os fãs na empreitada.

Ao lado da amada, que é atriz e roteirista, o carioca conversa abertamente nas lives sobre assuntos como culpa, prazer e os altos e baixos emocionais vivenciados atualmente.

“Quando eu percebi que haveria variações, tudo ficou melhor. Vi que haveria dias em que eu estaria melhor, outros, pior. Em alguns, eu teria medos, incertezas. Em outros, estaria bem. Quando eu percebi que tinha que ficar aberto às variações, aceitá-las, tudo melhorou”, diz ele sobre a convivência em família, na conversa por telefone com o AT2.

Outra grande aliada na quarentena é a filha Lara. “É uma verdadeira bênção. Em alguns momentos de baixa, de repente, vem um riso, vem uma descoberta. Aquela presença dela, sua pureza. E muda tudo. É maravilhoso!”, derrete-se.


Rafael infante | Ator
“O riso traz reflexões necessárias”


AT2: Está de volta ao Porta dos Fundos. Como tem sido?
Rafael Infante: Tem sido uma oportunidade maravilhosa de trabalhar de casa e é muito bom voltar ao Porta. A gente já vinha se paquerando há um tempo e, na quarentena, surgiu essa possibilidade, gravando aqui de casa, com o pessoal dirigindo de longe. Tudo casou perfeitamente.

E volta com o Carlinhos Avelar. Como foi o reencontro com o ícone?
(Risos) Então, o Carlinhos era um personagem de um vídeo antigo do Porta e muita gente gosta dele. Então, tivemos essa ideia de explorar o personagem em um jornal. Está sendo um barato! Ainda mais quando há uma troca com o público e a gente vê a resposta imediata de quem assiste. É uma delícia!

Possui o dom da comédia. Como é isso neste momento?
Acho muito bom, porque o riso traz reflexões necessárias e, ao mesmo tempo, muito alívio. E também uma proposta de flexibilizar mais, nos tornar mais flexíveis, seja emocionalmente, comportamentalmente, ou olhar para uma determinada situação de outra forma. O riso traz a reflexão de uma forma saudável, além de ser uma catarse neste momento.

E você e sua família têm consumido mais humorísticos?
Acho que já fazia parte do que a gente consumia. Hoje, em um momento tão sombrio, por conta dessa pandemia e de toda a questão política que nos envolve, o humor traz ainda mais alívio.

Carlinhos não explica as coisas muito bem, mas o que ele te ensinou?
(Risos) Eu aprendi que, quando fazemos algo com muita vontade, podemos atingir pessoas de idades diferentes e contribuir muito.

Além do humor, a arte vem mostrando sua importância.
Eu acho que a arte sempre contribuiu, sempre foi essencial. O que acontece hoje é que a pandemia está mostrando como a arte é essencial.

Em um momento em que nos vemos privados de tanta coisa, percebemos que não podemos ser privados de arte, cultura e educação. Compreendemos que não dá para ficar sem isso.

Nas lives com a sua esposa, conversam sobre tudo. De que forma criam conteúdo?
Tem sido tudo muito legal. E é tudo muito natural. Claro que, antes de começar uma live, a gente pensa e conversa sobre o assunto. O mais interessante é que a gente deixa tudo muito livre. E é tudo tão espontâneo! Tem sido muito bacana ver o interesse das pessoas nas reflexões que ela traz. Tudo é feito muito naturalmente, quase como uma criação coletiva.

E a rotina doméstica?
Temos variado bastante os papéis aqui em casa. Estamos vendo o que funciona melhor para cada um, o que cada um faz com mais facilidade e vamos nos adaptando.

No ano passado, você me disse que era do “olho no olho”. Como tem sido este momento de relações virtuais?
Claro que essa relação já existia, mas eu realmente sou do olho no olho. Mas tem sido bom. O legal é que tenho conversado hoje também com amigos que não estavam tão próximos.

Sente falta da liberdade?
Total. Sinto muito o peso da privação da liberdade. A gente não imagina como será isso até viver uma situação como esta.


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