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“Quem dera tivesse mais cafonice e menos ódio!", diz o ator Gabriel Contente

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“Quem dera tivesse mais cafonice e menos ódio!", diz o ator Gabriel Contente


“Temos que buscar nossa felicidade a qualquer custo. Seja no amor, no trabalho, temos que ser felizes”, diz Gabriel. (Foto: Divulgação/Ruan Lopes)
“Temos que buscar nossa felicidade a qualquer custo. Seja no amor, no trabalho, temos que ser felizes”, diz Gabriel. (Foto: Divulgação/Ruan Lopes)
Há quem diga que o amor é cafona. Tudo bem, para o ator Gabriel Contente. Aos 24 anos, ele defende a felicidade, o correr atrás, o compartilhar momentos felizes. Mesmo diante de tempos desafiadores.

“'Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas'. Mas ser ridículo e cafona faz bem! Quem dera a gente tivesse mais cafonices e menos ódio!”, defende o carioca, citando Álvaro Campos, em um bate-papo com o AT2.

E mesmo não estando imune a dores, saudade e choro, Contente se orgulha desse seu lado otimista, afirmando que somos capazes de fazer nosso “tudo bem”.

“Temos que buscar nossa felicidade a qualquer custo. Seja no amor, no trabalho, temos que ser felizes. Depende de nós”, diz o jovem ator, que conseguiu não só emplacar um namoro em plena pandemia como também gravou dois trabalhos.

No último dia 29, Gabriel Contente, Giovanna Coimbra, Heslaine Vieira e Daniel Rangel estrearam o curta “Nosso Tudo Bem” no YouTube. “Me senti em casa”, frisa. Esse projeto é a continuação do curta-metragem “Tudo Bem” e encontra Hugo (Daniel Rangel) e Dandara (Heslaine Vieira) se conhecendo melhor após se apaixonarem na quarentena.

Opa! Paixão na quarentena? Gabriel sabe bem como rola. “Eu tive uma experiência parecida com a do casal protagonista do curta. A minha atual namorada, Camila Paredes, e eu começamos nosso namoro no meio disso tudo. Já tínhamos nos conhecido antes, mas ficamos juntos no meio disso tudo. Em tempos difíceis, temos que estar do lado de quem nos faz bem”, destaca.

No segundo semestre deste ano, Gabriel Contente fará sua estreia na Netflix. O ator está no elenco do filme “Lulli”, com Larissa Manoela. Ele será Roberto, um jovem rejeitado pelo pai desde criança e vence isso para ajudar na recuperação do pai, ao lado da médica Lulli, vivida por Larissa Manoela. “Foi muito prazeroso”, ressalta.


“Perdi as contas de quantas vezes chorei”


AT2 Acaba de fazer o curta “Nosso Tudo Bem”. Como foi gravar na pandemia?

Gabriel Contente Fazer o curta foi um respiro em meio ao caos. Não diria que foi um ensaio para voltar à normalidade, porque estávamos com uma série de protocolos que nos fazem lembrar o tempo em que estamos. Mas estar ao lado de amigos é sempre um alívio e um prazer!

Também vai atuar no filme “Lulli”, da Netflix. Vai viver drama familiar, não?

Estou muito animado para a estreia. Vai ser meu primeiro trabalho na Netflix e isso me deixa muito feliz. Acho que as plataformas digitais ajudam a compartilhar os trabalhos brasileiros com o mundo.

Vai trabalhar com Larissa Manoela. Já tinha contracenado com ela?

A Larissa é um amor e fico muito feliz de estar nesse filme com ela e com um elenco incrível. Eu amei conhecer o Vinicius Redd, a Amanda de Godoi, o Nicholas Ahnert e reencontrar minha amiga Yara Charry.

Vão rolar novelas?

Está chegando uma série na Amazon Prime. Mas essa ainda não posso falar muito. Tenho certeza de que vocês vão amar!

Mudando de assunto. Sua namorada, Camila Paredes, faz pole dance. Você está craque?

Mais ou menos, tô no caminho. (Risos) É muito difícil aquilo! E quem sabe fazer faz parecer fácil. Admiro muito as pessoas que dançam no pole!

Acho que os atores brasileiros devem sempre procurar ter mais habilidades específicas. Isso enriquece muito os papéis.

E como fica a saudade da família e dos amigos com tantos meses de isolamento?

Sinto muita saudade dos amigos que não vejo, dos familiares que não vejo... Realmente, é muito difícil de lidar. Não achei a fórmula ainda para diminuir essa dor, mas a gente vai seguindo do jeito que dá. Procurando a felicidade nas pequenas coisas e se apoiando no que der.

São muitas mortes, muito sofrimento. Os nervos ficam à flor da pele. Como encara tudo isso?

Estamos passando por um momento muito difícil. Já perdi as contas de quantas vezes chorei compulsivamente.

Neste momento, acho que o mais importante é procurarmos ajudar quem a gente gosta. Ligar para os amigos, ouvir os desabafos, ligar para a família, enviar um carinho virtual. É sempre bom lembrar que problemas psicológicos, em qualquer instância, não são frescura!

O humor é um elixir para encarar tempos sombrios. Pintaram novos personagens no Instagram?

Acho que o último personagem para o Instagram foi o Oswaldo. Acabei ficando mais focado nos projetos que, graças a Deus, apareceram. E, daqui a pouco, vocês vão poder ver os resultados de todos.

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