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“Quase fui preso por estar trabalhando”, diz dono de parque aquático

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“Quase fui preso por estar trabalhando”, diz dono de parque aquático


Um parque aquático de Guarapari foi notificado pelo município por estar em funcionamento, e por pouco o proprietário Marco Azevedo não foi preso. É que ao não concordar com a notificação, o fiscal chegou a pedir que a Polícia Militar levasse o proprietário detido.

“Eu tentei explicar para o fiscal que eu estava seguindo aqui, o decreto do Estado, que permite a abertura do parque com as diversas restrições devido ao coronavírus. Eu disse para o fiscal que a lei de Guarapari não atendia as necessidades, e que eu estava buscando um entendimento com o município, eu disse que era uma lei atrasada, e ele disse que ia me levar preso. Mas a PM disse que não podia fazer isso”, disse Marco.

O parque aquático estava funcionando a cerca de um mês com 30% de sua capacidade total. A ação de fiscalização da prefeitura aconteceu no sábado (30), um dia depois da publicação do decreto da prefeitura, proibindo o funcionamento de parques aquáticos, temáticos ou de outra natureza, localizados no município.

Por pouco o proprietário Marco Azevedo não foi preso. (Foto: Roberta Bourguignon)
Por pouco o proprietário Marco Azevedo não foi preso. (Foto: Roberta Bourguignon)

No momento da ação, havia 30 famílias no local, e todas ficaram até o final do dia. As atividades no parque foram suspensas, mas Marco acredita que o parque pode funcionar com as restrições, já que o governo do Estado autoriza.

“O principal problema é que está faltando diálogo com a prefeitura. No primeiro momento, acho que foi necessário, e agora que já temos vários protocolos e regras, e em uma área ao ar livre, porque proibir? Não concordei com uma fiscalização que chegou aqui com a polícia. Não tem bandido aqui, e me senti coagido”, declara ele.

Além disso, o proprietário frisa ainda que se não reabri, mais pessoas serão demitidas. “Se não reabrir, as pessoas vão perder o emprego. 30% já foi demitido, e agora dependemos que haja uma racionalidade, uma negociação para saber como vamos encarar os próximos dias com muita responsabilidade”, completa Marco.

Apesar do Estado liberar a atividade, o município proíbe. A Polícia Militar de Guarapari não se pronunciou sobre o caso.


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