search
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.


Assine agora e tenha acesso ao conteúdo exclusivo do Tribuna Online!

esqueceu a senha? Assinar agora
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.

Quais foram os nomes preferidos para pets em 2020? Veja a lista
AT em Família

Quais foram os nomes preferidos para pets em 2020? Veja a lista

Você provavelmente conhece um cachorro chamado Thor, Mel, Luke, Nina, Bob e Luna. Ou um gato de nome Tom, Simba ou Mingau. Isso porque esses são os nomes mais populares entre os pets dos brasileiros.

Essa foi a constatação do Pet Censo 2020, baseado nos bancos de dados do DogHero e da Petlove, que têm 1,5 milhão de cachorros e 212 mil gatos registrados. Entre os bichanos, a médica veterinária especializada em medicina felina Erica Baffa observa que os mais populares atualmente são os nomes associados a comidas.

“Tenho visto muitos Mingau, Nutella e Pipoca. Os daqui da clínica se chamam Fubá e Polenta. Ou por serem felinos, as pessoas se inspiram no Rei Leão. Vai da criatividade da pessoa e da identificação com o animal”, diz.

Porém, o nome tem uma função importante para o bichinho, além de ser a forma de identificá-lo. O educador canino Arthur de Almeida Jesus destaca que essa é a forma de atrair a atenção do animal, seja para passar algum comando ou então para contê-lo em alguma situação de risco.

Por exemplo, se ele foge e corre em direção à rua onde passam carros. O dizer do nome deve fazê-lo parar e olhar para quem o chamou.

“O animal deve ter um bom histórico com o nome. Se for associado a coisas negativas (como para brigar com ele), ele pode não responder como esperado”, explica. Usar apelidos para “dengos” permite que o nome fique só para quando é preciso atrair a atenção.

No entanto, Arthur alerta que más escolhas podem impactar na socialização do animal. Por exemplo, o nome Killer desperta medo e Pulguento faz crer que ele tem pulga. Assim, pessoas podem se afastar e não deixar seus cães interagirem.

O especialista acrescenta que não há problemas em alterar o nome do pet, desde que ele seja habituado ao novo nome, como quando o animal é resgatado de maus-tratos e não se conhece o histórico do nome.

Bob foi “rebatizado” após resgate

Zilma Dal’Col, 50, e o cachorrinho Bob (Foto: Reprodução/Acervo Pessoal)Zilma Dal’Col, 50, e o cachorrinho Bob (Foto: Reprodução/Acervo Pessoal)

Quando chegou à casa da advogada Zilma Dal’Col, 50, há quatro anos, o Bob se chamava Maylon, por se parecer com o cão de um filme. Ele havia sido resgatado há pouco tempo de maus-tratos e ainda não estava habituado ao novo nome.

“Decidimos dar um novo nome para marcar o início de uma nova vida para ele sem sofrimento e com muito amor. Optamos por Bob por ser um nome que soa como o de um cachorro feliz, que é o que desejamos para ele”, conta a mãe.

Luna em homenagem à amiga

A enfermeira Cinthia de Souza Guerra, o fisioterapeuta Alysson Almeida Lorentz, os filhos e a Luna (Foto: Reprodução/Acervo Pessoal)A enfermeira Cinthia de Souza Guerra, o fisioterapeuta Alysson Almeida Lorentz, os filhos e a Luna (Foto: Reprodução/Acervo Pessoal)

O nome da Luna tem um significado especial para a família da enfermeira Cinthia de Souza Guerra, 38, do fisioterapeuta Alysson Almeida Lorentz, 37, e dos irmãos mais novos Sofia e Arthur, de dois anos e dez meses.

“É uma homenagem a uma amiga que faleceu em acidente pouco antes da Luna chegar aqui em casa. Ela e as duas filhas gêmeas estavam indo de carro para o interior quando se acidentaram. Ela e uma filha, a Luna, morreram”, recorda Cintia.


Saiba mais


O levantamento

O Pet Censo 2020, desenvolvido pela DogHero e pela Petlove, avaliou os nomes preferidos dos brasileiros para seus cães e gatos com base nos bancos de dados das empresas, que contam com 1,5 milhão de cachorros e 212 mil gatos registrados.

Com base nos cães cadastrados nas plataformas, 51,2% são machos e 48,8% são fêmeas. Já entre os felinos, 50,5% são fêmeas e 49,5% são machos. O levantamento ainda avaliou as raças mais comuns de cada espécie.

Cachorros

 (Foto: Jornal A Tribuna) (Foto: Jornal A Tribuna)


Olá, !

Esse é o seu primeiro acesso por aqui, então recomendamos que você altere o seu nome de usuário e senha, para sua maior segurança.



Manter dados