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Protesto por mais segurança leva motoristas de aplicativo às ruas

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Protesto por mais segurança leva motoristas de aplicativo às ruas


Motoristas de aplicativo fazem protesto após assassinato de colega (Foto: Kananda Natielly)
Motoristas de aplicativo fazem protesto após assassinato de colega (Foto: Kananda Natielly)
Cerca de 300 motoristas de aplicativo realizam na tarde desta terça-feira (18) um protesto em Vitória pedindo justiça e mais segurança para a categoria.

A manifestação foi organizada após dois casos de violência contra motoristas em menos de 24 horas. No domingo à noite, um profissional foi esfaqueado em Cariacica. Na tarde de segunda-feira, Cassio Caliman, 65 anos, foi assassinado também a facadas em Vila Velha. Ambos os casos são de tentativa de assalto.

Os manisfestantes se concentraram às 14 horas na Praça do Papa, onde deram as mãos e fizeram um grande círculo. Muitos motoristas escreveram nos carros #LutoCaliman em homenagem ao colega.

Após um momento de oração, relembrando a morte de Caliman, eles seguem para a Assembleia Legislativa, onde querem ser recebidos por deputados e participar da ssessão.

Presidente da Associação de Motoristas de Aplicativo do Espírito Santo (Amapes), Luiz Fernando Muller (Foto: Kananda Natielly)
Presidente da Associação de Motoristas de Aplicativo do Espírito Santo (Amapes), Luiz Fernando Muller (Foto: Kananda Natielly)
O presidente da Associação de Motoristas de Aplicativo do Espírito Santo (Amapes), Luiz Fernando Muller, disse que a categoria cobra a votação de três projetos importantes na Casa.

“Vamos entrar na Assembleia e reinvindicar mais segurança, maior policialmento na rua. Precisamos que os projetos que estão lá para dar mais segurança aos motoristas saiam da gaveta e sejam votados: botão de pânico, câmera dentro dos veículos e vistoria e melhoria do cadastro dos passageiros”, detalhou.

Luiz Fernando acrescentou que esse é um pedido de socorro dos profissionais de transporte de aplicativo. “Esses casos de violência são muito graves. Nosso sossego acabou. Estamos fazendo um clamor para que nos ajudem”, disse.

Segundo o presidente da Amapes, em forma de protesto, nenhum dos motoristas que participam do ato ligou o aplicativo nesta tarde.

Um deles é Richard de Abreu, 27 anos, que disse que recorre à fé para continuar trabalhando. “Só esta semana já foram dois casos de violência. Tem que ter fé em Deus porque temos que ir trabalhar. Poderia ter sido comigo”, lamentou.


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