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Preso ganha saidinha temporária, estupra e engravida menina de 13 anos em Linhares

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Polícia

Preso ganha saidinha temporária, estupra e engravida menina de 13 anos em Linhares


Um presidiário de 25 anos, detido por assaltos, é acusado de ter estuprado e engravidado uma menina de 13 anos, na zona rural do município de Linhares, Norte do Espírito Santo, após sair da cadeia beneficiado por uma "saidinha temporária".

Ao sair da prisão, ele foi para a casa da tia, onde mora a adolescente, que é enteada dela. O crime aconteceu por volta de novembro do ano passado, há cerca de seis meses.

O crime foi registrado na Delegacia Regional de Linhares (Foto: Arquivo/AT)O crime foi registrado na Delegacia Regional de Linhares (Foto: Arquivo/AT)

“O caso chegou ao nosso conhecimento no dia primeiro de fevereiro, quando a adolescente de 13 anos nos relatou que foi estuprada por um preso, com benefício de saída temporária. Ela contou que o homem estava hospedado em casa de parentes na zona rural do município de Linhares e que, durante essa hospedagem, ele a violentou”, relatou a titular da DPCAI de Linhares, delegada Silvana Soeiro.

Segundo o titular da Delegacia Regional de Linhares, delegado Fabrício Lucindo, a investigação só começou após cinco meses do estupro, quando a menina relatou a violência sexual ao pai e à madrasta. As investigações ainda apontaram que o acusado ainda ameaçou matar toda a família, caso a informação viesse a conhecimento público.

“Depois de cinco meses, ela contou para a família o que havia acontecido e eles procuraram a polícia. O acusado foi conduzido para a Delegacia de Linhares, ouvido e já voltou para a cadeia. Ele confessou ter praticado o crime pelo menos duas vezes e alega que não sabia que a menina tinha 13 anos", disse o delegado.

Fabrício Lucindo acrescentou que a tia do presidiário afirmou em depoimento que não sabia que o crime havia sido praticado em sua casa e ficou revoltada ao saber do fato.

“Ele já tem sete passagens por roubo, estava preso por isso. Agora, a Justiça vai avaliar se ele perde o benefício da saidinha temporária e pode condenar o acusado por estupro de vulnerável, com pena de 8 a 15 anos de prisão”, completou Lucindo.

O delegado informou que a menina violentada não pode mais fazer o aborto por já ter passado do sexto mês de gestação. Ela está sendo atendida pelo Conselho Tutelar, com o auxílio da prefeitura. O nome do presidiário acusado do estupro não foi revelado pela polícia para não identificar a vítima.


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