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Prefeito de Vitória sobre uso da cloroquina: “Não obrigamos. Demos permissão”

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Saúde

Prefeito de Vitória sobre uso da cloroquina: “Não obrigamos. Demos permissão”


Luciano Rezende: “Qualquer possibilidade que mereça ser observada deve ser levada em conta, por se tratar de esperança para se salvar mais vidas” (Foto: André Sobral/PMV)
Luciano Rezende: “Qualquer possibilidade que mereça ser observada deve ser levada em conta, por se tratar de esperança para se salvar mais vidas” (Foto: André Sobral/PMV)

O prefeito de Vitória, Luciano Rezende, rebateu as críticas que tem recebido após a liberação do protocolo que autoriza o uso da cloroquina, no tratamento ao coronavírus, na capital capixaba. Médico de formação, Luciano Rezende defendeu que o médico tenha liberdade para prescrever o melhor tratamento, reforçou que há "conclusões contraditórias" sobre a cloroquina e disse que teve sua "honra profissional" atacada.

Em Vitória, 22 médicos irão atender pacientes com suspeita ou confirmação do novo coronavírus (Covid-19) em Vitória e iniciar procedimentos para o uso dos medicamentos ivermectina e cloroquina/hidroxicloroquina no tratamento precoce da doença. Eles se juntarão a outros 29 médicos que já estão no atendimento do novo coronavírus e outras morbidades pelos serviços de telemedicina, através do Fala Vitória 156.

Veja a entrevista de Luciano Rezende para o Jornal A Tribuna:

A Tribuna – Por que decidiram incluir esse tratamento com cloroquina e demais medicamentos no enfrentamento à Covid-19 em Vitória?
Luciano Rezende – Esse tratamento precoce envolve o uso de vários medicamentos, que têm a intenção de não permitir que pessoas contaminadas com Covid-19 evoluam para casos graves e mortes.

Há muitas pesquisas com conclusões contraditórias que desenham um cenário muito longe de um consenso mundial e que precisam ser mais debatidas e divulgadas. Também quase não se mostram os dados e resultados de tratamento precoce em muitos lugares no Brasil e no mundo.

Algumas experiências estão sendo solenemente ignoradas, prejudicando o debate contraditório e o necessário exercício da observação isenta, que é por onde a ciência e o saber respiram. Portanto, não se trata de apenas uma só medicação. Isso é sensacionalismo que politiza e desqualifica a decisão que tomamos em Vitória.

O uso da cloroquina divide opiniões. Há médicos que defendem, enquanto outros criticam. O que o senhor diz?
Em 34 anos como médico, nunca fui atacado na minha honra profissional. Aliás, diga-se de passagem, reuni nesses longos anos alguns importantes prêmios e reconhecimento no Brasil e em nível internacional.

Uma decisão que tomei como gestor público em Vitória tem despertado algum inconformismo. Esse inconformismo deve-se ao fato de termos dado permissão.

Deixo claro: não obrigamos, mas apenas demos permissão para que médicos que são soberanos nas suas decisões durante o ato médico, possam, caso desejem, utilizar um protocolo de tratamento precoce para Covid-19.

A eficácia desse tratamento será avaliada pelo município?
A nossa decisão permite observar de perto e estudar melhor a eficácia dessa proposta. Estamos vivendo a maior emergência sanitária desde a gripe espanhola (1918), com milhares de vidas sendo ceifadas todos os dias. Qualquer possibilidade que mereça ser observada, deve ser levada em conta, por se tratar de esperança para se salvar mais vidas!

Nesse contexto de emergência e calamidade sanitária, situação que estamos vivendo, decidi permitir que esse tratamento precoce seja considerado. Me desculpem os que estão agitados com essa decisão, mas, esperar consenso científico formal, enquanto dezenas de milhares de pessoas estão morrendo, é de uma frieza e formalismo que não posso acompanhar.

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