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Prejuízos com chuvas foram de R$ 666,8 milhões

| 03/02/2020 13:50 h | Atualizado em 03/02/2020, 14:07

Reunião entre o governador e o ministro aconteceu nesta segunda-feira
Reunião entre o governador e o ministro aconteceu nesta segunda-feira |  Foto: Giovani Pagotto/Governo-ES

O governador Renato Casagrande se reuniu com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, na manhã desta segunda-feira (3), em Brasília. De acordo com o relatório entregue, o prejuízo estimado no Espírito Santo foi de R$ 666.811.746,91.

Ainda segundo o documento, entre os dias 17 e 25 de janeiro foram 10 mortes, 64 pessoas feridas, 14.230 desalojados e 2.340 desabrigados no Estado.

Foram 639 edificações e 221 pontes destruídas. O prejuízo nas edificações privadas é de R$ 71 milhões, já nas públicas chega a R$ 74 milhões. Já o valor referente a infraestrutura como pontes, rodovias e contenções é de R$ 520 milhões.

“Primeiro meu agradecimento ao Governo Federal e ao ministro Canuto, que estiveram conosco desde o início com o major Braun e com o Exército. Tivemos enxurradas e áreas de inundação. Tivemos perda de vidas e habitações. Queremos ajudar os municípios a montarem seus planos de trabalho. Vamos fazer a montagem de um escritório liderado pela Defesa Civil, com participação do DER-ES. A participação do Governo Federal é fundamental. Nosso prejuízo total é de quase R$ 667 milhões. Sabemos que o Governo Federal não dará todo esse montante, mas é importante que conheçam a nossa situação”, apontou o governador.

O ministro do Desenvolvimento Regional afirmou que o Governo Federal dará prioridade às demandas mais críticas para a população. “Gostaria de nos solidarizar com todas as vítimas e parabenizar o trabalho feito pelo Governo do Estado. Tivemos a oportunidade de estar lá no domingo [dia 26 de janeiro] e vimos a situação. Precisamos trabalhar com muita cautela e precisão para agir. Não existe uma pré definição da divisão dos recursos anunciados de quase 1 bilhão de reais”, afirmou.

De acordo com Canuto, a liberação desses recursos vai demandar uma análise rigorosa. “Não significa que quem chegar primeiro vai receber primeiro. Será feito de forma cautelosa. Não é uma corrida de demandas. Nossa equipe vai fazer o possível para priorizar o que é mais crítico e o grau de sofrimento das pessoas. A questão não é apenas números, mas vamos olhar o que aquele problema está causando na população’, disse.

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