X

Olá, faça o seu cadastro para ter acesso a este conteúdo

*Você não será cobrado

Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

Investigado por corrupção na Saúde, Witzel pede para depor à Polícia Federal

| 29/05/2020 13:14 h | Atualizado em 29/05/2020, 13:27

Helena e Wilson Witzel
Helena e Wilson Witzel |  Foto: Reprodução / Instagram

Os advogados do governador do Rio, Wilson Witzel, entraram na noite desta quinta-feira, 28, com um pedido no Superior Tribunal de Justiça (STJ) no qual solicitam o agendamento do depoimento do mandatário fluminense. Ao autorizar a operação da última terça-feira, o ministro Benedito Gonçalves determinou a "oitiva imediata" de Witzel, mas ela depende de intimação da Polícia Federal.

"Os advogados do requerente passaram o dia (quinta-feira) tentando estabelecer contato com a d. Autoridade Policial, por meio de telefone e e-mail, para ajustar dia e hora para seu depoimento. Como o contato não foi possível, serve a presente para ratificar que o requerente segue à disposição da d. Autoridade Policial (…)", escreve a defesa no pedido.

O governador foi alvo de mandado de busca e apreensão e teve três celulares e três computadores levados pela PF. A investigação apura a suposta relação de Witzel com o esquema de corrupção na Saúde em meio à pandemia.

Em meio ao cenário de preocupação jurídica, o governador vive também uma crise política. Ele exonerou na noite desta quinta-feira os secretários André Moura, de Casa Civil, e Luiz Cláudio Rodrigues de Carvalho, da Fazenda. Ambos eram tidos como adversários internos do secretário de Desenvolvimento Econômico, Lucas Tristão. Na esteira desse movimento, o líder do governo na Assembleia Legislativa, Márcio Pacheco (PSC), entregou o cargo.

Quer receber as últimas notícias do Tribuna online? Entre agora em um de nossos grupos de Whatsapp

Quer receber as últimas notícias do Tribuna online? Entre agora em nosso grupo do Telegram

MATÉRIAS RELACIONADAS