Flávio Bolsonaro critica Lula e o compara a “Opala velho”
Pré-candidato ao Planalto, senador disse que Presidente é um “produto vencido” e afirmou que conta com Tarcísio na campanha
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato a presidente nas eleições deste ano, comparou o presidente Lula a um “Opala velho” e disse contar com o apoio “de corpo e alma” do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), nos próximos meses para derrotar o PT. Ele participou ontem de um painel com empresários paulistas organizado pelo banco BTG Pactual.
“O Lula é um produto vencido de verdade. Se comparar o Lula a um carro, ele é um Opala velhão, com câmbio manual, que já foi bonito, mas hoje não leva para lugar nenhum. E ainda bebe pra caramba. A gasolina que o presidente Bolsonaro deixou no tanque do Brasil, o Lula já bebeu toda. Descontrolou completamente as contas”, disse.
Ele depois usou a mesma analogia uma segunda vez, mas trocando os termos para “picanha fedorenta” e “cerveja choca”, em vez do modelo antigo de automóvel.
Flávio comemorou ainda o resultado da pesquisa Quaest, divulgada ontem, que mostra o encurtamento da distância para Lula em simulações de segundo turno, ainda que com oscilações dentro da margem de erro. O senador declarou que o pleito será vencido “com o cérebro, não com o fígado” e que os números denotariam um “crescimento rápido, consistente e irreversível” das suas chances nas urnas.
Ele aposta nos palanques estaduais, como em São Paulo, para reverter a desvantagem atual para o petista. “Acho que teve um ruidozinho no começo, mas agora a poeira já baixou bastante”, disse.
“O Tarcísio já manifestou publicamente, em diversas oportunidades, que está com a gente nesse projeto, como nunca duvidei que estivesse. Se Deus quiser, ele vai ser um governador reeleito em primeiro turno, e nós vamos ter palanques importantes que não tivemos em 2022”, emendou.
“O que eu aguardo do Tarcísio é que a gente possa estar com o mesmo clima da eleição de 2022, só que agora com a minha figura em vez da figura do meu pai. Se a gente já está desse tamanho nas pesquisas sem ter esses atores importantes de corpo e alma nessa pré-campanha, imagina quando começar a campanha de verdade, com todos no mesmo palanque”, completou.
Flávio foi o escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado e preso por golpismo, para representá-lo na eleição, a contragosto de lideranças do Centrão e setores antipetistas moderados.
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