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Comida típica de Linhares pode virar patrimônio cultural do Estado

| 10/08/2021 20:11 h

Quem mora em Linhares e região com certeza já comeu a famosa “Tripinha”, salgado que nasceu na cidade nos anos 1960 e conquistou o paladar de todos os capixabas. Uma iguaria muito apreciada no norte do estado que pode se transformar em patrimônio cultural imaterial do Espírito Santo caso o Projeto de Lei (PL) 337/2021 seja sancionado pelo Governador Renato Casagrande.

Imagem ilustrativa da imagem Comida típica de Linhares pode virar patrimônio cultural do Estado

O projeto, que eterniza a receita da saudosa cozinheira Anita Paiva, foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Espírito Santo.

O autor do projeto, deputado Luiz Durão (PDT), explicou que vários autores locais já documentaram a Tripinha em livros e portais de notícias do norte capixaba e que, além disso, a Prefeitura de Linhares instituiu no calendário oficial de eventos históricos e culturais da cidade o dia 18 de janeiro como a data em que dona Anita criou o salgado, dada a importância da Tripinha para toda a região.

“Bens culturais imateriais são criações de uma comunidade local baseadas em tradições e passadas de geração em geração, tornando-se expressão da identidade regional. A Tripinha tem uma relevância importantíssima para toda região norte do Espírito Santo e encaixa-se perfeitamente nesse conceito, então estou muito confiante de que a matéria que foi aprovada hoje será sancionada pelo governador Renato Casagrande e a nossa Tripinha, eternizada”, disse Luiz Durão.

A “tripinha” é um salgado que nasceu em Linhares nos anos 1960 e que conquistou o paladar dos capixabas. A iguaria foi criada durante um casamento na região, quando a cozinheira Anita Paiva percebeu que não havia recheio suficiente para preparar mais quitutes e atender ao crescente número de convidados da festa.

Ela, então, cortou a massa em uma máquina de fabricar macarrão e jogou as tiras em uma panela com banha de porco quente. A tripinha foi passada de geração em geração. Hoje, é vendida no comércio regional e muitas famílias vivem de sua fabricação.

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