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Aécio Neves vai presidir a Comissão de Relações Exteriores da Câmara

| 13/03/2021 16:39 h | Atualizado em 13/03/2021, 16:51

Imagem ilustrativa da imagem Aécio Neves vai presidir a Comissão de Relações Exteriores da Câmara

A Câmara retomou a instalação de comissões permanentes nesta sexta-feira (12) e elegeu mais cinco deputados para presidir as atividades que devem ser retomadas na próxima semana. Entre os eleitos está o deputado Aécio Neves, do PSDB, que vai comandar a Comissão de Relações Exteriores.

Aécio teve 25 votos. Houve 6 votos em branco. Ele substitui o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) no cargo. A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional tem entre suas atribuições debater e votar assuntos relacionados a relações diplomáticas do País, tratados internacionais assinados pelo governo, serviço diplomático brasileiro e atuação das Forças Armadas.

Outros quatro parlamentares foram eleitos para presidente colegiados na Câmara. A deputada Carla Zambelli, do PSL de SP, vai presidir a Comissão de Meio Ambiente; o deputado Aécio Neves, do PSDB de MG foi eleito para a Comissão de Relações Exteriores.

Na Comissão do Esporte, o novo presidente é o deputado Felipe Carreras, do PSB de Pernambuco e na Comissão de Turismo, o comando fica a cargo do Deputado Federal Bacelar, do Podemos da Bahia. Na Comissão de Legislação Participativa, o presidente eleito foi o deputado Waldenor Pereira, do PT da Bahia.

Também nesta sexta-feira, o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara aprovou, por 13 votos a 2, a admissibilidade de mais uma representação contra o Deputado Daniel Silveira, do PSL do Rio de Janeiro. Ele está preso desde 16 de fevereiro por decisão do Supremo Tribunal Federal, prisão que foi mantida pela Câmara por 364 votos a 130. Agora, o deputado tem 10 dias para apresentar defesa por escrito.

Silveira responde a vários processos por quebra de decoro parlamentar por ofensas e possíveis ameaças a integrantes do STF e por fazer apologia ao AI-5, instrumento que, em 1968, endureceu a ditadura militar permitindo, por exemplo, o fechamento do Congresso Nacional e a intervenção no Judiciário.

O Conselho de Ética já recebeu, também, outra representação feita pelo próprio PSL em que o deputado é acusado de gravar ilegalmente uma reunião de seu partido ocorrida em outubro de 2019.

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