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Suspeito de furtar R$ 200 mil em aparelhos agrícolas é preso em Jaguaré

Homem de 45 anos foi preso em flagrante após material ser encontrado em sua propriedade rural na quinta-feira

Lydia Lourenço | 13/05/2022 19:58 h

De acordo com a polícia, o homem utilizava sua propriedade para esconder os itens furtados na região.
De acordo com a polícia, o homem utilizava sua propriedade para esconder os itens furtados na região. |  Foto: Divulgação/ PCES.
 

Um homem de 45 anos, suspeito de furtar equipamentos agrícolas avaliados em mais de R$200 mil, foi preso em fragrante na última quinta-feira (12), no Distrito de São Roque, zona rural de Jaguaré. A ação foi realizada Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Delegacia de Polícia (DP) do município.

Segundo a titular da Delegacia de Polícia de Jaguaré, delegada Gabriella Zaché, a operação da PCES ocorreu após produtores rurais da região denunciarem vários furtos a aparelhos agrícolas, defensivos e equipamentos de alto valor.

Após a equipe identificar o autor e sua localização, um cerco foi montado para prendê-lo. O suspeito tentou fugir da propriedade pela mata, mas foi alcançado e preso. Após ser detido, o homem foi autuado pelo crime de receptação e posse irregular de arma de fogo, sendo encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de São Mateus.

De acordo com a polícia, o indivíduo disse que apenas adquiriu os produtos, e não sabia sequer declinar qual era o nome do vendedor do material suspeito. Foram encontrados na propriedade do homem  90 canos de irrigação com valor de mercado de mais de R$ 30 mil.

Entretanto,  o suspeito alegou ter adquirido os canos pelo valor de R$ 1.500,00. Além de produtos reconhecidos pelas vítimas, uma arma de fogo também foi encontrada durante a ação. 

Conforme as investigações, o homem é o principal suspeito de receptar e furtar na região materiais utilizados na produção agrícola. Segundo Zaché, a propriedade onde os itens foram encontrados seria usada pelo homem para esconder os objetos furtados. “Em interrogatório, ele apenas informou que não tem notas e que alguns produtos eram comprados por meio de anúncios em páginas de rede social, sem qualquer documento que comprove. Entretanto, todos os produtos foram reconhecidos pelas vítimas com o devido registro de boletim”, explicou.

A delegada, diz, no entanto, que investigações ainda estão em curso para identificar outros envolvidos que possam estar diretamente ligados a ao homem. 

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