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Preso motorista de aplicativo acusado de sequestrar passageira em Vila Velha

| 13/08/2021 12:40 h | Atualizado em 13/08/2021, 12:52

Imagem ilustrativa da imagem Preso motorista de aplicativo acusado de sequestrar passageira em Vila Velha

A polícia conseguiu prender um motorista de aplicativo, de 35 anos, acusado de agredir e manter uma passageira refém, por cerca de 8 horas, dentro de um hotel. Enquanto ela estava presa no local, sob constantes ameaças, o bandido e uma comparsa fizeram saques e compras com o cartão da vítima, somando um prejuízo de R$ 6 mil.

O crime aconteceu em 16 de junho deste ano. A mulher, de 59 anos, tinha pedido um carro de aplicativo após fazer compras em um supermercado de Vale Encantado, em Vila Velha.

“A corrida era de uns 10 minutos. Ele chegou, colocou as compras na mala do carro e dirigiu. A vítima se preocupou no momento em que ele travou as portas. Nervosa, ela mandou uma mensagem de voz para a filha, e no fundo do áudio já é possível ouvir xingamentos dele e agressões”, contou o delegado José Lopes, superintendente de Polícia Especializada (SPE).

O criminoso parou no meio do trajeto, pegou uma comparsa e foi em direção a um hotel, onde manteve a mulher refém. “Ela ficou lá até umas 5h da manhã, sendo agredida. Eles obrigaram que ela passasse as senhas e fizeram compras e saques. Depois, a deixaram em Itapuã”, revelou José Lopes.

Abalada, a mulher conseguiu chegar em casa. Com muito medo, ela nem queria fazer Boletim de Ocorrência, mas os familiares dela já tinha acionado a polícia, depois de receberem o áudio.

A Delegacia Antissequestro (Das) começou as investigações e conseguiu identificar o bandido, que usava o carro do pai, um Ford Ka, para fazer as corridas. No último dia 10, ele foi preso no bairro Ilha dos Ventos, confessando os crimes e negando apenas as agressões.

Desde o dia do crime até a prisão, ele continuava trabalhando como motorista de aplicativo, por isso, a polícia desconfia que possam haver outras vítimas do criminoso, que, por medo, não tenham procurado a delegacia.

“Quem tiver sido vítima desse motorista de aplicativo pode ir até a delegacia, para que a gente possa mantê-lo cada vez mais tempo preso respondendo pelo crime que praticou”, pontuou o delegado-geral da Polícia Civil, José Darcy Arruda.

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