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Polícia pede a prisão do terceiro suspeito de matar família no ABC

| 03/02/2020 20:38 h

Flaviana Gonçalves, o filho Juan e o marido Romoyuki
Flaviana Gonçalves, o filho Juan e o marido Romoyuki |  Foto: Acervo pessoal / Instagram
A polícia pediu nesta segunda-feira (3) à Justiça a prisão de um homem, suspeito de participar da morte da uma família na madrugada da última terça-feira (28), em São Bernardo do Campo, Ana Flávia Menezes Gonçalves, 24 anos, e a namorada dela, Carina Ramos, 31, estão presas desde o último dia 29, também suspeitas de participação.

A decretação da prisão não havia sido confirmada até a publicação desta reportagem.
A polícia aponta que o suspeito é um dos responsáveis por matar Romuyuki Gonçalves, 43 anos, sua mulher, Flaviana, 40, e o filho Juan, 15, pais e irmão de Ana Flávia. "O caso já está esclarecido", afirmou uma fonte, em condição de anonimato.

Laudo preliminar do IML (Instituto Médico Legal) afirma que as vítimas foram mortas com pancadas na cabeça.

Pai e filho teriam sido mortos, segundo a polícia, dentro de casa, no condomínio Morada Verde, em Santo André. Já Flaviana, ainda de acordo com informações da polícia, teria sido o obrigada a dirigir o carro da família, um Jeep Compass, com os corpos dos parentes no porta-malas. Ela teria sido morta depois e queimada com o filho é o marido, no porta-malas do veículo, em uma estrada de São Bernardo.

Os três parentes foram identificados pelas arcadas dentárias. Uma testemunha afirmou ter visto um homem de 1,90 metro na casa das vítimas e disse que ele teria ajudado a colocar pacotes pesados no porta-malas do carro que seria incendiado horas depois.

Ana Flávia Menezes Gonçalves, filha do casal, e a namorada dela, Carina Ramos
Ana Flávia Menezes Gonçalves, filha do casal, e a namorada dela, Carina Ramos |  Foto: Acervo pessoal / Instagram
Ana Flávia e Carina foram levadas para novos depoimentos no COI (Centro de Operações Integradas de Segurança) na tarde desta segunda e permaneceram em silêncio durante uma hora e meia.

O advogado de defesa Lucas Domingos afirmou que suas clientes são inocentes. Ele se reuniu durante o fim de semana, para segundo o defensor se reunir com mais dois advogados para estudar o inquérito policial do caso.

Nesta segunda, ele chegou ao COI acompanhado do advogado Sebastião Siqueira, que afirmou que ainda vai inteirar sobre o caso. "Ainda não fui constituído [para fazer a defesa das suspeitas]."
 

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