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Polícia apreende computadores, documentos e armas em escritórios de empresa capixaba

| 06/08/2021 17:54 h | Atualizado em 06/08/2021, 18:00

Seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos em uma empresa capixaba nesta quarta-feira (04) durante a operação “Candeeiros”, deflagrada pela Polícia Civil do Acre.

A ação faz parte de investigações que identificaram indícios de corrupção em contrato firmado entre a empresa e a Prefeitura de Rio Branco, na capital acreana. De acordo com a Polícia Civil, a suspeita é que a empresa seja responsável por fraudar a execução de contratos licitatórios para troca de iluminação pública no município.

As investigações apontam que há indícios de corrupção em contrato firmado entre a empresa e uma Prefeitura do Acre
As investigações apontam que há indícios de corrupção em contrato firmado entre a empresa e uma Prefeitura do Acre |  Foto: Divulgação/ PCES
Durante a operação, comandada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), foram apreendidos computadores, documentos e armas em escritórios da empresa localizados nos municípios de Vitória, Serra e Colatina. Outros 17 mandados de busca e apreensão referentes a essa operação foram realizados nos Estados do Acre e do Rio de Janeiro.

“As investigações são da Polícia Civil do Acre e nós prestamos apoio. Em posse dos mandados, realizamos buscas e apreendemos computadores, notebooks, celulares, pen drives, vários documentos e contratos empresariais”, conta o titular da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas, delegado Marcus Vinicius.

A operação policial contou com mais de 130 policiais e cinco delegados dos três estados, em uma investigação que visa a apurar crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro, associação criminosa, crimes de licitação e outros.

Durante as buscas, um homem de 65 anos foi preso em flagrante em um escritório da empresa no Barro Vermelho, em Vitória, onde os policiais encontraram duas espingardas de calibres 12 e 38, além de um cano de arma calibre 12. Ele foi encaminhado à Draco, autuado pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e liberado para responder em liberdade, após o recolhimento de fiança.

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