Polícia ainda não esclareceu caso do carro que explodiu e matou empresário
A Polícia Civil ainda não conseguiu determinar o que causou a explosão do carro que matou o empresário Ricardo Portugal Moura Guedes, de 38 anos, no último mês. O prazo para a conclusão das investigações vence na próxima segunda-feira (1º de dezembro).
O acidente aconteceu na avenida Adalberto Simão Nader, em Vitória, na tarde do dia 30 de outubro, uma sexta-feira. O carro, modelo Jeep Compass branco, explodiu enquanto trafegava na região do novo Aeroporto de Vitória. Havia apenas o motorista no veículo.
Procurada pela reportagem de A Tribuna, no dia da explosão, a Polícia Civil informou que o caso foi encaminhado para a Divisão Especializada de Delitos de Trânsito (DDT) e que havia instaurado um inquérito para saber as causas do acidente, com um prazo de conclusão de 30 dias.
Já nesta sexta-feira (27), a PC ressaltou que o caso ainda segue sob investigação da DDT e que outras informações não serão repassadas para que a apuração dos fatos seja preservada. O Corpo de Bombeiros também foi procurado e afirmou que o laudo ainda está em fase de confecção.
O acidente
Uma câmera de videomonitoramento flagrou o momento em que um Jeep Compass branco explode enquanto trafegava na Avenida Adalberto Simão Nader, em Vitória, na região do novo aeroporto, por volta das 12h30 do dia 30 de outubro. O motorista morreu carbonizado.
Inicialmente, o Corpo de Bombeiros informou que a explosão teria acontecido após o condutor bater com o carro em uma árvore, mas as imagens da câmera de segurança mostram que ele explodiu sozinho.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e ajudou a controlar as chamas, mas não foi possível salvar a vítima. Na época do acidente, o capitão do Corpo de Bombeiros, Vinícius Pedroni, afirmou que as causas da explosão seriam investigadas.
“Ainda não sabemos dizer exatamente o motivo, nossa equipe da perícia está apurando as causas. O que podemos adiantar é que o veículo não possuía GNV (Gás Veicular), o que causa um pouco mais de estranheza”, disse o capitão.
Pedroni disse ainda que, para chegar a uma conclusão, seria adotada uma metodologia científica. “A perícia vai pegar as filmagens das câmeras que flagraram o momento da explosão, relatos de testemunhas, olhar a carcaça do veículo para identificar a forma como ela estufou, os objetos que foram estilhaçados e tentar chegar em uma possível causa”, explicou.
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