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Mulher vai parar em UPA e acusa ex-genro de envenenamento

| 03/12/2019 12:18 h | Atualizado em 04/12/2019, 09:44

"Estava com um gosto esquisito. Dei um segundo gole e já senti uma dor na garganta e no estômago", lembrou a estudante
"Estava com um gosto esquisito. Dei um segundo gole e já senti uma dor na garganta e no estômago", lembrou a estudante |  Foto: Júlia Afonso
Uma estudante de Logística de 46 anos foi parar na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Serra-sede, na Serra, depois de beber um café e passar mal. A desconfiança dela é que o ex-genro, de 23 anos, tenha envenenado a bebida.

O caso aconteceu no bairro São Judas Tadeu, na Serra. De acordo com a universitária, os motivos que a levam suspeitar do ex-genro é que ele poderia estar inconformado com o término do relacionamento entre a filha dela, de 19 anos, e ele.

"No final da gravidez, minha filha já não queria mais o namoro. Depois que ela teve a bebê deles, de 12 dias, nós estamos dando todo o apoio. Acho que, por isso, ele quis fazer algo contra mim e nossa família", disse a vítima.

Ela contou que o ex-genro chegou até a casa da família por volta das 14h de segunda-feira (2). Quando foi beber o café que ela tinha feito pela manhã, já pelas 17h, sentiu um gosto diferente.

"Estava com um gosto esquisito. Dei um segundo gole e já senti uma dor na garganta e no estômago", lembrou a estudante. A desconfiança já recaiu sobre o ex-genro neste momento. "Ele começou a tremer e já disse que estava assim por medo da gente achar que ele tinha colocado algo na bebida."

Ela contou que verificou uma espécie de nata esbranquiçada no fundo do café, além de um pedrinhas brancas junto com o pó do café.

Mesmo com as dores, a vítima só decidiu ir até a Upa às 22h, quando sentiu o rosto formigar. Lá, ela foi medicada e passou por lavagem estomacal. Amostras do material foram coletadas e encaminhadas para a perícia. A previsão para a conclusão do laudo é de, no mínimo, 30 dias.

A Polícia Civil informou que, até o momento, nenhum suspeito foi detido. O caso seguirá sob investigação da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Mulher (DHPM).

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