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Motorista é esfaqueado por vizinho

| 15/06/2020 09:35 h

Um motorista, de 51 anos, foi esfaqueado pelo vizinho enquanto saía para trabalhar, na manhã desta segunda-feira (15), em Nova Carapina I, na Serra. O motivo das agressões seria uma discussão antiga, que aconteceu em fevereiro. Desde então, Florisvaldo Gomes Moreira vinha recebendo ameaças.

Era por volta das 5h quando o motorista saiu de casa. Ele estava abrindo a porta do ônibus, em que sairia para trabalhar, quando sentiu o primeiro golpe.

"Ele veio pelas minhas costas com o facão, foi de surpresa. Ele partiu para me matar, nem falou nada. Tentei me defender, chutando e empurrando ele, até que caí no chão atrás do ônibus", contou o motorista.

A mulher e o irmão de Florisvaldo ouviram o barulho e começaram a gritar ao verem a cena, foi quando o suspeito, que é dono de um bar, fugiu correndo pela rua.

Florisvaldo Gomes Moreira
Florisvaldo Gomes Moreira |  Foto: Júlia Afonso

De acordo com a vítima, o motivo para as agressões seria uma discussão que aconteceu no início do ano. "Ele costuma jogar fezes e xixi de cachorro na minha calçada. Em fevereiro, eu o chamei e disse que queria falar com ele, mas ele disse não tinha conversa, me xingou e deu uma garrafada", lembrou o motorista.

Na ocasião, o comerciante teria agredido a mulher de Florisvaldo. "Depois da garrafada ele pegou um facão e começou a correr atrás de mim. Minha esposa foi atrás e ele a atacou nas pernas com o facão. Nós registramos a ocorrência e entregamos a faca para a polícia", ressaltou.

O motorista foi atingido na cabeça, onde teve que levar 15 pontos, no pulso, braço e na perna. Ele foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (Upa) de Carapina, e recebeu alta na mesma manhã.

A equipe do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) esteve no local para fazer buscas pelo suspeito, que ainda estava foragido até a publicação desta matéria.

Agora, o que Florisvaldo espera é que o vizinho seja punido. "Quero ver ele atrás das grades, ele tem que pagar pelo que fez. Ele está aqui há 2 anos e já arrumou confusão com várias pessoas. Minha salvação foi a bota que eu estava usando, para conseguir me defender das agressões, e Deus para me ajudar", ponderou.

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