Enfermeira com carteira cassada atropela ciclista em Vila Velha
Ela ainda bateu em outro carro e tentou fugir dos crimes
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Uma enfermeira, de 44 anos, provocou dois acidentes seguidos na manhã desta segunda-feira, 21, em Vila Velha. Ela ainda tentou fugir do local. Segundo a Polícia Militar, a mulher estava com a carteira de habilitação cassada.
No primeiro acidente, ela acertou com o seu carro, um Prisma, um ciclista que passava por um posto de gasolina na entrada do bairro Nova América. Na sequência, em Cobilândia, bateu em outro veículo, dirigido por um motorista de aplicativo com uma passageira.
Os acidentes ocorreram em um intervalo de 20 minutos. Segundo testemunhas, a enfermeira estava com pressa para cumprir o seu plantão. De acordo com uma frentista, o semáforo estava fechado para ela, mas a mulher tentou cortar por dentro do posto em alta velocidade.
Neste momento, quase acertou uma frentista, mas na saída para a Avenida Lindenberg, atropelou o ciclista, que teria batido a cabeça no capô do carro. Segundo a frentista, não foi prestado socorro por parte da motorista.
O ciclista foi socorrido e levado ao Hospital Estadual de Urgência e Emergência, em Vitória.
Na sequência, no cruzamento entre as avenidas Quinta e Ana Meroto Stefanon, em Cobilândia, ela passou em alta velocidade e bateu na lateral do carro do motorista de aplicativo.
“Quando vi, a mulher entrou na minha frente, não tive nem reação. A única coisa que vi depois foi um poste. A enfermeira tentou fugir do local, pagar para liberarem ela, a todo momento queria fugir”, explicou o motorista de aplicativo Kelvin Indrige Pena.
Em nenhum dos acidentes, a mulher prestou socorro às vítimas. A passageira do motorista de aplicativo foi levada para um hospital de Vila Velha
Já a enfermeira, após atendimento hospitalar, foi levada à Delegacia Regional de Vila Velha, onde foi autuada em flagrante por omissão de socorro, fuga do local do acidente e dirigir com a habilitação suspensa. Ela pagou fiança e foi liberada para responder em liberdade.
A polícia informou que as vítimas da lesão corporal, caso tenham interesse, devem representar contra a autora para que haja responsabilização criminal. Orienta a irem à delegacia do bairro onde residem ou à Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (DDT) para realizar a representação.
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