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“Ele começa a beber e fica violento”, diz dona de casa, vítima de agressão

Mulher foi agredida pelo marido em Viana e foi salva pelos filhos, de 16 e 13 anos, enteados do agressor

Kananda Natiely, do jornal A Tribuna | 19/07/2022 19:16 h

Vítima com sua filha no colo
Vítima com sua filha no colo |  Foto: Fábio Nunes / AT
 

Com um roxo em um dos olhos e aparentando  um olhar de quem parecia não acreditar no que havia passado na noite anterior,  a dona de casa agredida pelo companheiro, um ajudante de pedreiro, de 30 anos,  contou o que houve. 

Ela disse que partiu para cima do agressor quando percebeu que ele poderia agredir seus filhos. 

Os adolescentes de 13 e 16 anos tentaram intervir na briga ao perceber que a mãe estava sendo espancada, no quintal de casa, em Canaã,  Cariacica, pelo próprio padrasto. Eles tentaram apartar a briga e pediram ajuda aos vizinhos. 

Na condição de não revelar sua identidade, a mãe dos rapazes concordou em conversar com a reportagem de A Tribuna, na manhã de segunda-feira (18), e contar detalhes do momento em que foi agredida pelo, agora, segundo a dona de casa,  ex-marido. 

A Tribuna-O que levou a essa confusão toda?

Dona de casa - A bebida alcoólica. Ele começa a beber e fica violento. Ele fica gritando, tacando as coisas na cara.  Ontem, a gente estava no churrasco. Ele falou algumas coisas e eu fui falar com ele, e ele começou a me agredir. Tudo na frente dos filhos.

O que ele fez? 

A gente começou a se agredir. Meus filhos tentaram separar a briga e ele os ameaçou.

Já aconteceu da gente se agredir. A gente se dá bem. O negócio é só quando ele bebe” Vítima, 38 anos
 

Ele te bateu?

Ele me deu um soco no olho.  Já aconteceu da gente se agredir.  A gente se dá bem. O negócio é só quando ele bebe. 

Você estava com a bebê no colo?

Quando começou, minha neném, de oito meses,  estava no colo. Se não fossem  meus filhos, algo pior teria acontecido.  Eu não aguento com ele.

Quem chamou a polícia?

Meus filhos pediram ajuda na rua, aos vizinhos, e acredito que eles chamaram a polícia. 

Ele está preso. Se ele sair, como vai ser?

Eu acredito que as pessoas possam mudar. Mas no momento, se eu pudesse sair daqui, eu sairia e não voltaria com ele.

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