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Criminoso utilizava foto de delegado para pedir nudes a adolescentes

As investigações apontaram que o criminoso usava prints com fotos do delegado e os enviava para as vítimas

Kananda Natielly, do jornal A Tribuna | 29/07/2022 15:04 h

A ousadia de bandidos no mundo virtual anda tão grande que nem as forças policiais escapam de seus crimes. Dessa vez, até um delegado de Polícia Civil foi alvo de um jovem, de 21 anos, que usou uma foto da autoridade para exigir conteúdo pornográfico de adolescentes nas redes sociais. 

O acusado, que já chegou a ficar sete meses preso por armazenar e compartilhar imagens íntimas de adolescentes na internet, foi mais uma vez para cadeia. Na última terça-feira (26), equipes do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), cumpriram um mandado de prisão preventiva contra o rapaz, que estava se passando pelo  delegado  titular da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), Brenno Andrade. 

Segundo a vítima, o caso chegou à polícia depois que uma adolescente de 17 anos, moradora de Curitiba, no Paraná, o procurou por mensagem em sua rede social, informando que uma pessoa estava se passando por ele e exigindo fotos íntimas. 

“Isso foi no final do mês de maio. No primeiro momento eu não acreditei naquela conversa, mas logo depois ela me mandou os prints destas conversas e para minha surpresa tinha uma pessoa se passando por mim”, disse o delegado. 

Segundo o delegado, para conseguir o conteúdo, o jovem fazia ameaças às vítimas. As investigações também apontaram que o criminoso usava prints com fotos do delegado e os enviava para as vítimas, por meio do direct do instagram, a fim de convencer as adolescentes que ele era um delegado. 

Além do mandado de prisão preventiva, a polícia também cumpriu um de busca e apreensão na casa do acusado, que fica em um bairro de Vila Velha, onde foram apreendidos celulares e tablets. Ele deve responder pelos crimes de  armazenamento e compartilhamento de fotos íntimas de menores, falsidade ideológica, por ter criado um cadastro no nome de outra pessoa na rede social e ocupação de serviço público, já que o jovem teria se passado por um delegado de polícia civil.

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