X

Olá, faça o seu cadastro para ter acesso a este conteúdo

*Você não será cobrado

Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

Campeão olímpico de judô é condenado a 16 anos de prisão por assassinato

Depois de se aposentar do judô, o atleta seguiu a carreira como presidente do Comitê Olímpico Nacional da Mongólia

Agência Folhapress | 02/08/2022 12:37 h

-
- |  Foto: Reprodução/CBJ
  

Dono da primeira medalha de ouro da Mongólia nas Olimpíadas, Naidangiin Tüvshinbayar foi condenado a 16 anos de prisão por ter assassinado um colega de infância em 2 de abril de 2021, quando, supostamente, estava sob influência de álcool. O crime do judoca foi julgado por um tribunal no distrito de Khan-Uul, em Ulan Bator, e a sentença foi lida após um ano de espera.

A vítima de Naidangiin Tüvshinbayar foi o também atleta de judô Erdenebileg Enkhbat. De acordo com a imprensa local, o campeão olímpico atingiu o colega de infância com um objeto pesado na cabeça, ocasionando lesões cerebrais que depois o levaram a morte.

Tüvshinbayar levou a medalha de ouro nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, quando venceu a categoria até 100 quilos. Em Londres, na edição seguinte, acabou ficando com a prata.

Depois de se aposentar do judô, seguiu a carreira como presidente do Comitê Olímpico Nacional da Mongólia, cargo do qual se afastou após ser preso por 20 dias em 2021, enquanto a denúncia por assassinato era feita. Além disso, costumava participar de diversos programas televisivos e de ser a estrela em anúncios de marcas como a Pepsi no país.

O ex-judoca também teve sua importância na política da Mongólia. Seu apoio foi crucial para que Khaltmaagiin Battulga, do Partido Democrata, vencesse as eleições e se tornasse presidente do país entre 2017 e 2021.

Quer receber as últimas notícias do Tribuna online? Entre agora em um de nossos grupos de Whatsapp

Quer receber as últimas notícias do Tribuna online? Entre agora em nosso grupo do Telegram

MATÉRIAS RELACIONADAS