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Blogueira é presa acusada de aplicar golpes com cartões de crédito

Segundo as investigações, ela é suspeita de fazer parte da Família Errejota, grupo especializado no chamado golpe do motoboy

Agência Folhapress | 14/02/2022 19:40 h | Atualizado em 14/02/2022, 21:57

Imagem ilustrativa da imagem Blogueira é presa acusada de aplicar golpes com cartões de crédito
 

A Polícia Militar prendeu no último domingo (13) a blogueira Rayane Figliuzzi, acusada de integrar uma quadrilha de estelionatários. A jovem foi presa em um restaurante no centro de Areal, município localizado no centro-sul do Rio de Janeiro, após ser monitorada por agentes durante quatro horas.

Segundo as investigações, ela é suspeita de fazer parte da Família Errejota, grupo especializado no chamado golpe do motoboy. Nesse crime, os estelionatários se fazem passar por funcionários de bancos e dizem que o cartão da vítima está com problemas. Os criminosos falam, então, que um motoboy vai buscar o cartão para levá-lo a uma agência e resolver o problema.

Segundo o portal G1, Rayane é noiva de Alexandre Navarro Junior, o Juninho, líder da quadrilha. Em julho do ano passado, a Polícia Civil já havia prendido membros do grupo em um apartamento no Recreio dos Bandeirantes, bairro na zona oeste do Rio de Janeiro.

Segundo a corporação, cinco mulheres foram presas em flagrante durante ação no imóvel, onde os agentes encontraram uma espécie de central de telemarketing montada pelos golpistas.

Os policiais apreenderam telefones celulares, anotações, máquinas de cartão de crédito e outros objetos usados para aplicar o golpe.

De acordo com as investigações, os criminosos obtinham os dados bancários das vítimas e, por meio dessas informações, entravam em contato com elas fingindo serem funcionários da empresa dona do cartão de crédito.

Na ligação, eles informavam que havia irregularidades em compras e pediam senhas e dados pessoais para resolver o suposto problema. Quando conseguiam essas informações, eles enviavam à casa da pessoa um motoboy para pegar o cartão que seria fraudado.

Com ele, a quadrilha efetuava transações financeiras como saques, transferências por meio de PIX, empréstimos e compras. A reportagem não conseguiu localizar a defesa de Rayane Figliuzzi.

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