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Assaltante esfaqueia mulher e agride adolescente

| 17/10/2020 18:27 h

3ª Delegacia Regional da Serra
3ª Delegacia Regional da Serra |  Foto: Beto Morais/Arquivo AT 16/11/2018

Um assaltante abordou uma mãe, de 36 anos, com duas filhas, de 16 e 14 anos, esfaqueou a mulher e quebrou dois dentes de uma das meninas, no bairro Estância Monazítica, na Grande Jacaraípe, na Serra.

Segundo informações da Polícia Militar, durante patrulhamento de rotina no bairro, militares viram uma aglomeração. Era um grupo de pessoas que tinha segurado um suspeito de roubo.

No local, as vítimas informaram que o homem estava muito agressivo e chegou com uma faca nas mãos, roubando seus pertences e desferindo vários golpes.

Durante a tentativa de assalto, na última quarta-feira, o detido acabou acertando o braço da mulher e a boca da filha de 14 anos, que teve dois dentes quebrados. Elas foram encaminhadas para UPA de Castelândia, na Serra.

O indivíduo foi contido por populares e acabou se machucando. Ele foi encaminhado a um hospital da região, recebeu os atendimentos médicos e depois foi levado para a delegacia.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito foi autuado em flagrante por tentativa de roubo e encaminhado ao presídio.

Serra tem sido cenário de muitos assaltos contra pessoas. No mês passado foi o município com mais ocorrências desse tipo, com 271 assaltos, segundo dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp).

Já entre janeiro e setembro deste ano, foram 3.043 roubos contra pessoas na Serra, ficando em segundo lugar no número registro. No mesmo período em Vila Velha foram 3.522 roubos.
Apesar dos constantes registros, neste ano houve uma queda de 39% no número de roubos na Grande Vitória. Foram 11.601 até setembro deste ano e 18.985 no mesmo período de 2019.

Segundo o especialista em Segurança Pública, Raphael Pereira, apesar da queda, o modo de agir do criminoso tem aumentado em agressividade e crueldade.

“Estão totalmente despreocupados com suas condutas, mesmo com vítimas mais vulneráveis e que se comportam de forma passiva entregando seus pertences, mesmo assim são atingidas de forma violenta. Em casos como esses, a população tem um papel importante em denunciar, mas sem fazer justiça com as próprias mãos”.
 

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