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Adolescente com transtorno mental é estuprada em hospital infantil de Vila Velha

Acusado de cometer o crime é um enfermeiro do hospital

Amanda Drumond e Manoela Machado (TV Tribuna/SBT) | 05/02/2022 12:50 h

Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba)
Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba) |  Foto: Thiago Coutinho - Arquivo AT 15/09/2019
 

Uma adolescente, de apenas 13 anos, foi estuprada dentro do Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba). De acordo com a direção do hospital, o acusado de cometer o crime, um enfermeiro, foi "desligado do quatro de funcionários".

Em entrevista à TV Tribuna/SBT, um tio da menina, que preferiu não se identificar, afirmou estar revoltado com a situação e explicou que ela é paciente psiquiátrica. "Nós vamos procurar a polícia. O cara que fez isso, ele tem que pagar. A gente quer justiça", afirmou o familiar.

Por meio de nota, a direção do Himaba afirmou que, assim que ficou sabendo sobre o caso, enviou todos os indícios do crime para os órgãos de proteção social da criança e do adolescente, para auxiliar na investigação.

"O hospital permanece prestando total amparo, atendimento e acolhimento à menor. Vale ressaltar que medidas administrativas estão sendo adotadas quanto ao funcionário, que já foi desligado do quadro de colaboradores", diz o comunicado.

O hospital também explicou que está à disposição das autoridades para colaborar na apuração do fato e "destaca que repudia qualquer situação de violência, assédio moral e sexual".

A Polícia Civil também foi procurada, mas afirmou, por meio de assessoria de imprensa, que não tem como atualizar nenhum caso nos finais de semana, feriados e pontos facultativos porque, nesses períodos, a assessoria só tem acesso às ocorrências e autuações do plantão vigente das Delegacias.

"Os cartórios onde consultamos ocorrências de plantões finalizados e investigações em andamento funcionam de segunda a sexta-feira, em dias úteis", diz o comunicado enviado ao Tribuna Online

O Conselho Regional de Enfermagem do Espírito Santo (Coren-ES) também se manifestou sobre o caso. Leia a nota na íntegra:

O Coren-ES é uma autarquia federal que atua na esfera de fiscalização do exercício profissional. A função do Conselho é zelar pela qualidade dos serviços de Enfermagem, pelo respeito ao Código de Ética e cumprimento da Lei do Exercício Profissional.

O Coren-ES informa que tomou conhecimento sobre o caso por meio da imprensa, e aguarda o resultado das investigações para que as devidas providências sejam tomadas. Caso seja confirmada a infração, o profissional receberá penalidade que pode chegar a cassação do registro. Os códigos citados estão dispostos nas Resoluções Cofen nº 370/2010 e nº 564/2017.

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